O machismo nas relações laborais é um assunto polêmico e não deve ser deixado de lado pelas empresas. Entender sobre a temática e investir em estratégias para isso não acontecer é essencial para igualar os padrões de gênero da organização. Afinal, um clima institucional agradável deixa todo o time mais feliz e convivendo melhor.

Esteja atento e não cometa esses erros

Nesse sentido, o especialista em compliance e sócio da S2 Consultoria, Renato Santos, listou algumas das situações mais comuns para todos ficarem atentos e evitarem. Veja:

Man Interrupt - o ato de interromper a fala acontece quando os homens interceptam a linha de raciocínio das mulheres, pois vêem a sua fala como a mais importante em relação às demais. “Isso acontece porque muitos acreditam ser um ‘direito natural’, devido a sua posição de privilégio dentro da sociedade”, explica.

Mansplaining - isso é, explicar coisas óbvias para elas, como se já não soubessem. Muitas vezes, a profissional é especialista no assunto e um colega do mesmo cargo sente-se superior e fica explicando coisas óbvias. “Essa ‘didática’ irônica menospreza o trabalho e os estudos da colaboradora”, alerta o sócio.

Bropriating - em muitos casos, a colega tem uma ideia maravilhosa e apresenta-a à equipe e mais tarde, um dos funcionários repassa esse pensamento aos seus gestores, mas não dá os créditos. “Ou seja, ele rouba sua concepção, repetindo os conceitos expostos de outra maneira e acaba ficando com todo o prestígio.

Gaslighting - fazer piadas em relação a TPM (tensão pré-menstrual), por notar maior estresse na companheira, por exemplo. “Contudo, julgá-la menos capaz de realizar algo por estar em um determinado período do seu pico hormonal não faz sentido e não deve acontecer. Sobretudo, causa desconforto e é invasiva”, ressalta Santos

Visto isso, como combater?

● Sempre entreviste o mesmo número de candidatos e candidatas;
● Treine os gestores para aprenderem a identificar e a reprimir qualquer ato machista;
● Tenha um bom código de ética;
● Apresente a temática nas reuniões e faça o time discutir a importância do assunto;
● Evite perguntar sobre os filhos, pois isso não interfere no desempenho profissional;
● Não demita as mães ao retornarem de licença-maternidade;
● Tenha um bom canal de denúncia.

A importância da liderança feminina

Segundo estudo publicado na FGV (Fundação Getúlio Vargas) pela mestranda Monique Cardoso, quando elas estão em cargos de alta liderança, as empresas conseguem melhores indicadores ESG. Assim, corporações com ao menos uma moça na alta administração conseguem melhores notas nos quesitos socioambientais.

No entanto, os resultados financeiros também são melhores quando o sexo feminino marca presença no alto comando, aponta outro levantamento, esse da consultoria americana McKinsey.

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