Em agosto, especificamente no dia 11, foi comemorado o Dia do Estudante. Essa é uma forma de homenagear os esforços e a concentração de milhares de alunos das mais diversas modalidades de aprendizado em todo o país. Com o período pandêmico, exigiu-se ainda mais resiliência e adaptação por parte dos jovens. Sendo assim, confira algumas dicas para auxiliar nessa fase.

Autoconhecimento e métodos

Existe uma infinidade de formas de estudar e nem sempre terá o mesmo resultado para diferentes pessoas. Nessas horas, o autoconhecimento é essencial para achar o método ideal, sendo assim, é preciso testar cada um deles.

Para auxiliar nessa busca, uma opção é se basear na Teoria da Pirâmide de Aprendizagem de William Glasser, a qual tem a finalidade de induzir mais autonomia ao estudante. Segundo seu difusor, o psiquiatra norte-americano, especialista em saúde mental, comportamento humano e educação, William Glasser, quanto mais interativo for o processo, maior será a fixação do conteúdo.

Basicamente, trata-se de uma comparação entre os resultados obtidos na retenção da matéria, de acordo com o formato. Além desses, é possível elaborar mapas mentais, fichamentos, resumos, jogos, entre outros caminhos.

Conforme aponta Marcelo Torrezani, professor de biologia no curso preparatório para vestibulares, Etapa, programar os estudos consiste em organizar a mente. Antes de qualquer coisa, é preciso encontrar um ambiente tranquilo, silencioso e iluminado. Faça um bom cronograma e um roteiro, estabeleça uma rotina. Cumpra os horários e use cores nas anotações, pois a visão é o nosso principal sentido. Por fim, e não menos importante, respeite seus limites”.

Crie uma rotina

Para muitas pessoas, a palavra “rotina” causa arrepios. Entretanto, criar hábitos diários auxilia, inclusive, na redução de estresse e ansiedade. Isso porque está relacionado à previsibilidade, diminuindo a propensão de imprevistos.

Isso é válido para estipular um horário fixo de dormir, acordar, para a realização de tarefas profissionais, acadêmicas e esportivas. Além disso, caso prefira realizar um checklist, você ainda garantirá um pouco de dopamina para o organismo, conforme concluir a programação.

Se possível, opte por padronizar o espaço da casa para exercer as atividades e separar um momento para descansar. É importante ressaltar: não se esqueça da flexibilidade. Compromissos inesperados acontecem, sendo necessário remanejar a agenda.

Aproveite ao máximo as aulas e o tempo com os professores

Acredite, toda e qualquer dúvida é importante e pertinente. Portanto, tire todas elas. Não tenha receio por achá-la desnecessária, comprometendo seu entendimento sobre a matéria. Caso se sinta mais confortável, espere o fim da aula para saná-la com o professor.

“Quanto mais a gente se aprofunda, mais questionamentos aparecem. No entanto, durante o processo de aprendizagem, em sala, por exemplo, é importante não deixar nenhum deles para trás. Uma questão não resolvida pode acumular com o passar do conteúdo e impedirá a compreensão, absorção daquela matéria e a sequência de raciocínio”, explica Deborah Vieira, professora e doutoranda em comunicação e sociedade pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), em Juiz de Fora, MG.

Pratique exercícios físicos

Exercitar a mente é essencial, porém, é preciso movimentar o corpo. A prática de exercícios físicos auxilia na oxigenação do cérebro, melhorando a concentração e o entendimento dos conteúdos.

Além disso, também fornece endorfina e serotonina ao organismo, hormônio neurotransmissor responsável em ajudar a comunicação entre os neurônios. Assim, elevando os níveis de bem-estar, alívio, relaxamento e prazer. “Ficar trancafiado por dias, só estudando, não faz bem. Muito pelo contrário, pois pode, até mesmo, levar à depressão, estresse, ansiedade, etc”, explica Torrezani.

A economia de tempo provinda do home office e o EAD, permitiu Isabela Dias, aluna do curso de Ciência da Computação, na Universidade Federal de Pelotas, em Pelotas, RS, a começar a se exercitar diariamente. “Isso fez muita diferença no meu cotidiano. Quando eu volto do kickboxing, estou muito mais disposta. Além disso, meu dia rende muito, pois acordei cedo e, quando eu chego em casa, já estou desperta. Logo, consigo realizar minhas tarefas com mais dedicação e foco, até porque, descontei meu estresse em outra coisa”, finaliza.

Naturalmente, o ato de estudar gera uma pressão emocional. Com a pandemia, consequentemente, o isolamento social e o sentimento de insegurança, isso aumentou. Por essa razão, é essencial buscar alternativas para manter o equilíbrio emocional. Independentemente do seu grau de escolaridade, essas dicas o ajudarão a aumentar sua produtividade de forma saudável. Você já utilizou alguma delas?

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