Em um mundo Volátil, Incerto, Complexo e Ambíguo (também chamado de “Vuca”), estar preparado para os desafios do mercado e as mudanças de comportamento da sociedade é essencial. Assim, o quesito inclusão fica ainda mais à tona. Isso serve tanto aos profissionais, quanto para as empresas e, principalmente, aos líderes. Portanto, para quem quer comandar times e manter a alta performance no futuro, é preciso seguir alguns conceitos básicos. Veja!

A Pesquisa Global de Diversidade e Inclusão, da consultoria PwC, ouviu 25 indústrias, 40 países e três mil participantes. Os dados coletados apontam: 63% das gerências empresariais, em comparação com 42% dos empregados, vêem suas organizações fornecerem informações regularmente sobre diversidade e inclusão.

Entretanto, somente 5% das companhias participantes do estudo têm sucesso nos programas relacionados ao tema. Sendo assim, é preciso falar sobre o novo papel dos gestores. Afinal, essa é uma exigência do ecossistema dos negócios e quesito fundamental na resolução de problemas, principalmente no contexto atual de constantes transformações.

Pensando nisso, Carine Roos, CEO da Newa, lista as cinco principais habilidades do líder do futuro. Acompanhe:

1 - Comprometimento

Não basta apenas reconhecer a importância da pluralidade no mundo dos negócios, é preciso firmar um compromisso ético com a inclusão. Isso será essencial para manter equipes mais engajadas, satisfeitas e capazes de trazer melhores resultados.

2 - Escuta ativa

Um profissional empático e com a habilidade de confortar sua equipe é mais capaz de manter o colaborador motivado a contribuir e resolver os problemas. "Essa característica mostra cuidado com o indivíduo por trás do funcionário, além da intenção genuína de estar presente, de se importar e de ter curiosidade em suas falas. Quando um talento de fato se sente ouvido, está muito mais disposto a ajudar os outros", defende a CEO da Newa.

Danilo Oliveira é um exemplo de quem valoriza essa questão. O estudante de marketing, em Campinas, acha essa a principal qualidade nos supervisores. “Tudo se relaciona diretamente com a comunicação. A maneira de emitir uma mensagem assertiva. Certificar-se de compreender o outro e também ter a certeza de ser entendido 100%”, conta.
Para ele, isso ajuda no relacionamento não apenas com os superiores, mas também com seus colegas. “Se a gente recebe diretrizes precisas, isso fortalece a conexão dos membros em prol de um só objetivo”, compartilha.

3 - Vulnerabilidade

Outra capacidade de extrema importância é a vulnerabilidade, ou seja, aprender e reaprender. É preciso entender como nem mesmo os coordenadores têm todas as respostas. Por isso, é importante trazer o time mais perto para contribuir e dar ideias, promovendo a participação de todos.

4 - Ser exemplo

Além de tudo, é essencial ter coerência e consistência, ou seja, agir conforme suas falas e dar o exemplo, independentemente da posição ocupada no quadro de pessoal. A competência em questão gera credibilidade e confiança, essencial para gerar referência e norte para o momento vivido atualmente.

5 - Evolução

Por fim, uma característica essencial é constantemente explorar novos conhecimentos e ser interessado na troca de sabedorias ouvindo outros indivíduos. "A evolução como ser humano vai além dos resultados empregados em uma empresa. É um compromisso com o seu autodesenvolvimento, para se tornar, de fato, um cidadão melhor", completa Carine.

Seguir essas dicas pode ser uma excelente estratégia para ter times produtivos nos próximos anos. Você já sabe qual o futuro do mercado de trabalho?

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