A pandemia mudou o mundo, disso não existem mais dúvidas. Da maneira como nos socializamos e estudamos a como consumimos, quase nada é igual há pouco mais de um ano atrás. As maiores transformações foram no mercado de trabalho. Logo, as companhias e profissionais tiveram de se reinventar bruscamente para lidar com as consequências da crise, do confinamento e do trabalho remoto.

São tempos delicados

A preocupação com esse novo design na organização laboral é uma das prioridades apontadas por 800 líderes de RH em uma pesquisa do Gartner Institute. Construir habilidades e competências foi apontado como a maior meta por 68% dos entrevistados.
Esses dados refletem o cenário provocado pela pandemia.

Para a CEO da HUG, Daiane Andognini, de Florianópolis (SC), é preciso desenvolver novas capacitações nos colaboradores. “Além disso, o cuidado com a saúde de cada profissional se manterá em evidência, pois sem equipe, nenhuma atividade se sustenta”, afirma. De acordo com ela, a crise de saúde colocou como nunca as pessoas no centro das atenções.

Com as empresas não foi diferente: elas sentiram o drama de levar o time para operação remota e em dar suporte emocional para vítimas e familiares do Covid-19. Contudo, isso foi possível e, também, os departamentos de Recursos Humanos (RH) se tornaram mais sensíveis para as questões além do ofício. “Manter a galera engajada mesmo a distância e ainda lidando com angústias, frustrações e medo na vida pessoal não é fácil. Aprendemos no susto em 2020 e agora é hora de seguir com os acertos e lições dessa fase”, complementa a CEO.

Esteja próximo e capacite sua equipe

Nesse sentido, as profundas transformações no mundo corporativo com a adoção massiva da tecnologia e as novas formas de atuar, deixam em evidência a capacidade de treinar os contratados e a necessidade disso. Ainda segundo o levantamento do Gartner Institute, os principais desafios são identificar os gaps, integrar o aprendizado ao fluxo de serviço e desenvolver essa aptidão rapidamente.

Logo, o número de habilidades requeridas para uma determinada função cresce cerca de 10% a cada ano. “A high tech muda rapidamente a maneira como vivemos e atuamos. Assim, um dos desafios é ajudar os indivíduos a acompanharem essas alterações”, acrescenta a executiva.

Além disso, outras três preocupações aparecem na análise: adaptações nas lideranças, futuro do trabalho e experiência do funcionário. “Esse último reforça a percepção das pessoas cada vez mais no centro das organizações, contribuindo efetivamente para ter um ambiente laboral melhor e mais produtivo”, destaca a dirigente.

Nesse contexto, há uma série de competências em crescente demanda para o profissional do futuro. “Considerando o desenvolvimento tecnológico exponencial, isso continuará modificando a natureza das tarefas e as próprias ocupações e postos. Logo, os colaboradores precisam estar aptos e se moldar às novas configurações”, explica a especialista de educação do Senac São Paulo, Ana Kuller.

Portanto, 2021 será um ano decisivo para o mundo, seja no contexto da saúde, com a chegada da vacina, ou no econômico, com os novos modelos de vida. “A área de gestão de pessoas está longe de ter respostas certas para situações ainda não vividas. Contudo, com um pouco de predição, será possível antecipar soluções, olhando para as medidas tomadas em outras organizações ou mesmo para outros países”, finaliza Daiane.

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