Em primeiro lugar, ser líder é antes de tudo, ser humano. Os times geridos por uma gerência compassiva são mais seguros psicologicamente, produtivos e inovadores. A pandemia trouxe à tona essa necessidade. Afinal, o lado humano do gestor inspira confiança, mantém a produtividade e o engajamento em alta e, além de tudo, conecta-se com o outro de forma empática e colaborativa .

Seus funcionários estão esgotados emocionalmente?

De acordo com estudo da Gallup, 28% dos funcionários sentem-se exaustos no trabalho “muito frequentemente” ou “sempre”. Outros 48%, “às vezes”. Ou seja, a maioria dos colaboradores em tempo integral sofrem de esgotamento no ofício pelo menos às vezes. Isso equivale a quase oito em cada dez deles.

É um assunto falado há anos, mas ao mesmo tempo tão atual como o Burnout, por exemplo. Esse distúrbio tem afastado centenas de indivíduos dos cargos e deixado muitos líderes doentes e insatisfeitos. Contudo, e se nós invertêssemos a ordem? “A mudança de atitude e movimentos transformadores na equipe podem e devem vir do líder. Algumas pequenas ações no dia a dia alteram drasticamente a saúde mental do time e promovem um ambiente corporativo mais seguro”, explica a CEO do Thank God It’s Today, Lígia Costa, de Itu (SP).

Nesse sentido, ela elencou alguns pontos importantes para você gestor estar atento. Veja:

Escute com atenção - crie espaço e tempo para ouvir os problemas relacionados ao serviço e ao desempenho da sua equipe;

• Comunique claramente - quando os dirigentes não fornecem aos cooperadores as informações necessárias, o expediente se torna difícil e frustrante;

Estabeleça limites - profissionais lotados de serviço têm 2,2 vezes mais probabilidade de sofrer de Burnout com frequência ou sempre no emprego;

Seja exemplo de equilíbrio pessoal e profissional - fale sobre bem-estar físico, mental e espiritual. Bem como promova palestras, workshops e conversas com especialistas para tirar dúvidas sobre o tema. Ofereça espaço para os subordinados pedirem ajuda;

• Incentive o autodesenvolvimento - disponibilize treinamentos de Inteligência Emocional ou meditação mindfulness, por exemplo, pois isso contribui para a redução de estresse e na ampliação do foco;

Faça a opinião de todos valer a pena - incentive o esforço em conjunto. Afinal, quando apoiados pela liderança, o grupo tem cerca de 70% menos probabilidade de sofrer de esgotamento;

Por fim, viva o momento presente e torne as funções do seu liderado significativas. “Ajude-o a compreender seu impacto no resultado final. Para isso, dê feedback, assim ele pode se desenvolver com base nos pontos fortes atuais, sem ruminar sobre o passado ou projetar um futuro inexistente”, finaliza Lígia.

Para a psicóloga e especialista em psicologia organizacional e do trabalho,Thaís Alves, as companhias com melhor controle e a atenção primária à saúde mental trarão vantagem competitiva. “A ajuda de uma instituição especializada pode fazer toda a diferença. Afinal, custa menos investir nessa disposição intelectual ao invés de ignorar o problema. Sobretudo, com contratados emocionalmente saudáveis, a entidade reduz gastos com o afastamento ou relacionados à baixa produtividade”, expõe.

Portanto, invista nas pessoas! Para isso, continue acompanhando nosso blog e as redes sociais, pois publicamos conteúdos diariamente e contamos com a participação de diferentes especialistas. Conte com o Nube! Veja também a matéria do programa “Conexão Ilimitada” da TV Nube: a saúde mental no pós pandemia.

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