Conforme o dicionário, a autoestima é a qualidade de quem se valoriza, se contenta com seu modo de ser e demonstra, consequentemente, confiança em seus atos e julgamentos. Contudo, ao entrar no mercado de trabalho, por exemplo, batemos de frente com preconceitos e concepções muito distintas das nossas. Então, o que fazer para manter a autoestima no mercado corporativo, diante de tantos desafios e empasses diários?

Levante a cabeça!

Essas divergências acontecem muito em relação a gêneros, por exemplo. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apresentados no estudo “Estatísticas de Gênero”, as mulheres trabalham, em média, três horas a mais por semana em comparação aos homens, combinando trabalhos remunerados, afazeres domésticos e o cuidado com pessoas (filhos, pais, companheiros, etc).

Para a empresária, Clemilda Thomé, elas sabem o quanto são alvos de preconceitos no meio laboral e como isso pode impactar diretamente em todos os aspectos da vida. “Seja pela diferença salarial, pela falta de empatia sobre a maternidade ou simplesmente por não acreditarem em nosso potencial”, comenta. Haja fôlego e entusiasmo para enfrentar tudo isso e ainda se olhar no espelho motivado e feliz.

A autoestima está muito ligada ao tempo dedicado para o autocuidado e para as necessidades. “A maneira como iniciamos e terminamos cada dia influencia diretamente todas as áreas de nossa vida. Por isso, para sermos animados precisamos dedicar uma parte do nosso dia a nós mesmos. Isso só é possível se tivermos uma rotina definida com um comportamento edificante, tanto fisicamente, quanto espiritualmente”, analisa Clemilda.

Também é preciso muita Inteligência Emocional. Quanto mais exercitar isso, maior será o sucesso. Então, trace metas, objetivos, tenha foco e estimule seus pensamentos e a autoanálise. Esse é o início de uma mudança de hábitos, ideias e da comunicação externa. Ou seja, a forma como você passa sua imagem para as pessoas.

Nesse sentido, o consultor de carreira, Emerson Weslei Dias, elencou cinco grandes escalas para desenvolver a IE. Veja:

Autopercepção - como você se vê

Autoestima significa respeitar a si mesmo, compreendendo e aceitando seus próprios pontos fortes e fraquezas;
Autoaceitação é a capacidade de aceitar os aspectos positivos e negativos percebidos do indivíduo, bem como suas limitações e possibilidades;
Autorrealização é a vontade de tentar evoluir de forma contínua e de se envolver na busca de objetivos pessoais.

Autoexpressão - como você se mostra

Expressão emocional é manifestar abertamente os próprios sentimentos de maneira verbal e não verbal;
Assertividade envolve a comunicação aberta de sentimentos, crenças e pensamentos e a defesa dos direitos e valores pessoais de maneira socialmente aceitável, não ofensiva e não destrutiva;
Independência é a habilidade de dirigir a si próprio e estar livre da dependência afetiva dos outros.

Relacionamento Interpessoal - como você interage com os outros

• Relações interpessoais se referem à maestria de desenvolver e manter relações mutuamente satisfatórias, caracterizadas por confiança e compaixão;
Empatia é reconhecer, compreender e apreciar como os outros se sentem;
Responsabilidade social é contribuir voluntariamente com a sociedade.

Tomada de decisões - como você utiliza as informações emocionais para resolver problemas e desafios

Solução de problemas é a aptidão de encontrar soluções para situações nas quais os sentimentos estão envolvidos;
Teste de realidade é a destreza de manter a objetividade, vendo as coisas como elas realmente são;
• Controle dos impulsos é a perspicácia de resistir ou adiar um impulso, tendência ou tentação de agir.

Gerenciamento do estresse - como você está lidando com situações de mudança, imprevisibilidade e pressão

Flexibilidade significa adaptar emoções, pensamentos e comportamentos às circunstância imprevisíveis;
Tolerância ao estresse envolve lidar com circunstâncias estressantes ou difíceis;
Otimismo é um indicador da atitude positiva e perspectiva de vida de um indivíduo.

Para Weslei Dias, o primeiro passo é o autoconhecimento. Então, “lembre-se: a IE é um conjunto de competências emocionais (eu comigo mesmo) e sociais (com os outros). Logo, a única maneira de desenvolvê-la é fazendo, sendo, vivendo”, conclui.

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