Estamos passando por uma das maiores crises da história recente, provavelmente, o momento mais difícil enfrentado pela humanidade depois da Segunda Guerra Mundial. Logo, momentos turbulentos como esse exigem cuidados redobrados em todos os aspectos da gestão corporativa. Por isso, é preciso reforçar ainda mais os controles.

Os líderes servem para apagar o fogo, mas também para evitá-lo

Seja em contexto caótico ou não, a gestão empresarial é vital para manter uma organização funcionando e a pandemia colocou isso ainda mais à prova. Para o membro do conselho administrativo da Transita Transportes, André de Simone, a postura proativa do líder precisou ser reforçada neste momento. “É um desafio diário conciliar a administração com as várias outras atividades. Muitas vezes o papel do chefe é apagar fogo. Os problemas surgem durante o dia e vamos resolvendo da melhor forma possível. Temos de ter atitudes rápidas para reagir nessa época tão complicada”, avalia.

Já o diretor da Costa Teixeira Logistics, Marcos Teixeira, de Ponta Grossa (PR), viu na crise uma chance para repensar questões estruturais da entidade. “A cada instabilidade nós acabamos olhando para dentro e melhorando alguma coisa. Ou seja, ajustando os processos. Essas circunstâncias podem desempenhar um papel reflexivo, porque quando está tudo bem, pensamos em aumentar o faturamento, porém, quando a dificuldade chega vemos as lacunas”, comenta.

Em concordância, a diretora da Ouro Negro, Prisicila Zanette, vê um momento de crescimento tanto empresarial, quanto pessoal. “Em todo ganho em processos e otimização nós evoluímos individual e coletivamentel”, complementa. Assim, o bom funcionamento e desempenho de um negócio depende dos “cabeças”, mas também do staff. Afinal, ele é o corpo da corporação.

2021 será cheio de mudanças organizacionais

Nesse sentido, foi possível notar algumas transformações institucionais devido ao número maior de funcionários em home office. Com isso, a grande demanda por plataformas web meeting teve um aumento de 519%, de acordo com o Decode e Google Trends Brasil.

Logo, para quem não tem presença on-line, essa instabilidade pode ser o impulso inovador para a criação de um e-commerce, por exemplo. Contudo, se não houver recursos para a abertura de um site próprio, existem várias formas de operar digitalmente, incluindo portais de comércio virtual e redes sociais.

Esses são sinais das necessidades do pós-quarentena. Muitas organizações precisaram repensar sua atuação, além de ampliar as operações digitais e atividades remotas. Bem como, no ambiente interno, serão determinantes a reorganização de layouts e procedimentos para garantir maior segurança aos colaboradores e clientes.

Então, com a somatória desses fatores, houve um aumento da demanda do setor de Recursos Humanos (RH), dentre os direcionamentos, as adaptações de políticas pré-existentes e adequações às legislações trabalhistas. Tudo isso, buscando uma redução do impacto nas finanças e, também, o suporte aos líderes e às equipes.

Além disso, como “pano de fundo” das decisões organizacionais, o RH assumiu uma das missões mais difíceis: garantir a saúde física (relativo à ergonomia) e mental da equipe a distância e no andamento da retomada. Ao mesmo tempo, lidar com as demissões ou as contratações, dependendo da performance do empreendimento. Afinal, a atenção com os talentos recém-admitidos deve ser redobrada, não só agora, mas no pós-isolamento.

Portanto, é essencial ter resiliência. O dirigente precisa ter ampla visão para conquistar também um time empático. Muito além de cobrar, é necessário ter a sensibilidade de entender as limitações de cada indivíduo. Afinal, são seres humanos!

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