Diante da pandemia de Covid-19 e a necessidade de adotar medidas de distanciamento social, a maioria das empresas recorreram ao home office e, por isso, precisaram se adaptar a uma nova maneira de interagir com suas equipes. As videoconferências se tornam parte da rotina de quem não pode mais se encontrar pessoalmente, porém, é importante lembrar como as reuniões virtuais são diferentes das presenciais.

Enquanto o conteúdo desses eventos e os participantes são basicamente os mesmos, a presença de uma câmera faz com tudo parecer novidade. Todos estão constantemente se perguntando: "para onde olhar?", "o que fazer com as mãos?" e "se eu não estiver falando, eles ainda verão minha webcam?".

A resposta para a última pergunta é sempre sim – todos os participantes podem ver as câmeras ligadas durante todo o tempo. Logo, se você quer ter destaque como estagiário ou jovem aprendiz, se atentar a esse aspecto é imprescindível. No quesito “apresentação pessoal” é preciso estar mais ligado à linguagem corporal em relação às reuniões presenciais.

Como há uma boa chance das conversas on-line se tornarem uma parte contínua da vida cotidiana do trabalho, provavelmente é uma boa ideia avaliar qual a etiqueta adequada para os encontros virtuais. Para auxiliar nessa tarefa, o GoToMeeting by LogMeIn preparou uma lista com as cinco principais dicas de linguagem corporal. Acompanhe:

I. Cuide da postura

Ao trabalhar em casa, é possível atuar na mesa da cozinha, no sofá, na cama e até no carro. Porém, quando chega a hora de entrar em uma reunião, é importante verificar se o indivíduo está em um ambiente onde consiga sentar-se ereto.

Manter uma boa postura faz o participante parecer mais envolvido e também aumenta a autoconfiança e isso ajuda no envolvimento da conferência, melhorando a experiência geral do usuário.

II. Mantenha contato visual

Embora não seja possível fazer “contato visual”, o ideal é sempre falar e olhar para o monitor, mesmo quando não é possível distinguir se os integrantes estão direcionando a visão para a foto de quem fala. Esse tipo de interação faz as conversas parecerem mais humanas.

Se mesmo assim alguém não se sentir conectado com o time, sempre é possível usar a exibição em grade para visualizar todos os membros participantes ao mesmo tempo. Isso possibilita a uma pessoa falar e acompanhar as expressões faciais dos demais e ver como todos estão respondendo aos comentários em tempo real. Quando não houver ninguém falando, o ideal é continuar olhando na tela.

Laura Toledo é estagiária de marketing, em Campinas e conta sempre buscar essa interação, mesmo remotamente. “Não dá apenas para agirmos como robôs. Nesse sentido, até youtubers podem nos ensinar. Falar com a câmera, se expressar abertamente e ter a certeza de ter alguém te ouvindo faz a diferença”, comenta.

III. Controle as expressões faciais

O microfone no mudo não elimina a possibilidade de suas expressões faciais serem lidas. Tente manter uma feição amigável. É possível fazer isso ao manter um sorriso moderado e, levemente, erguer as sobrancelhas. Caso pareça forçado, o recomendado é estar com o rosto neutro. Evite franzir a testa ou fazer careta enquanto os demais colegas falam.

Ainda, o interlocutor tem a possibilidade de ver seu próprio rosto na câmera e entender se está se comunicando demais. Isto possibilita fazer ajustes necessários.

IV. Mantenha as mãos sob controle

Assim como o rosto, as mãos podem dizer muito sobre os verdadeiros sentimentos de quem está falando. Por exemplo, esfregar o queixo pode ser um sinal de julgamento, já inspecionar as unhas e apoiar a cabeça nas mãos mostra tédio.

Para evitar o envio de sinais errados, é aconselhável manter os braços fora do alcance da câmera. É seguro ficar descansando sobre o colo ou, gentilmente, postas sob a mesa. Para quem fala com as mãos, a dica é usá-las como faria normalmente, pois quando se para e pensa muito sobre isso, não parecerá natural e ficará estranho. Também é legal evitar tocar o rosto.

V. Relaxe

O ponto principal é: quando a pessoa está relaxada, a comunicação é mais assertiva. Por exemplo, se ela estiver estressada ao participar da reunião, esse temperamento passará para os outros. Porém, qual o motivo de estar irritado? Embora exista um desconforto por estar aparecendo na tela, são sempre os mesmas sujeitos presentes. A dica é não deixar a mudança de local e a nova tecnologia impedirem você de se soltar.

Além dessas orientações, para garantir uma boa conexão com os colegas, é preciso pensar de maneira coletiva. Para Conceiyção Montserrat, CEO da Montserrat Consultoria, o formato de trabalho a distância revelou talentos escondidos pela “rigidez” do padrão de muitas companhias. “O formato virtual permitiu aos funcionários e colaboradores o compartilhamento de suas ideias e criatividade com maior facilidade. Agora, como unir essas habilidades, mantendo os pontos fortes de cada um? Esse processo só é possível com o espírito de equipe”, garante a especialista.

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