Nos últimos tempos, o empreendedorismo feminino tem ganhado mais espaço e força nos negócios. De acordo com a pesquisa do Sebrae, em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), durante a pandemia, as empreendedoras brasileiras foram mais ágeis em relação aos homens na hora de implementar inovações em suas marcas.

Inovação e criatividade em meio à quarentena

Uma dessas mulheres criativas, foi a esteticista Aline Vasconcelos, dona de uma clínica. “Mesmo durante a crise, consegui alugar outro espaço e ampliar para atender melhor a necessidade dos meus clientes. Agora, também oferecemos diversos serviços como: massagens relaxantes, estética corporal e facial, terapia capilar, esmalteria, além de incluirmos salas temáticas no estabelecimento. O faturamento tem aumentado bastante e sinto como se fosse uma recompensa por todo o investimento e trabalho”, conta.

Para a secretária remota especializada e sócia-fundadora da Remottas, Anna Oliveira, é bom ver o número de proprietárias aumentar ultimamente. “Durante o período de isolamento social, os profissionais precisaram abrir os olhos para novas oportunidades de trabalho. Isso também aconteceu com o secretariado remoto. Com isso, existem grandes oportunidades de crescimento para quem deseja atuar no ramo”, explica.

Segundo a sétima análise sobre o Impacto nos Pequenos Negócios, realizada entre dia 27 e 31 de agosto, 71% do público feminino faz uso das redes sociais, aplicativos ou Internet para vender, enquanto apenas 63% dos homens utilizam essas ferramentas. Para Aline, o digital pode ser essencial em uma jornada de empreendedorismo. “Nas minhas mídias posto o dia a dia da clínica e também muito resultados de antes e depois dos procedimentos realizados. Isso, certamente foi essencial para minha evolução”, finaliza.

Além disso, o estudo revelou uma diminuição do faturamento mensal dos empresários, a partir do início da quarentena. A situação foi ligeiramente pior para as mulheres (78%), em comparação com os dirigentes do sexo oposto (76%). Por outro lado, elas passaram – por força das medidas de isolamento social – a utilizar mais as vendas on-line em relação a eles (34% das moças contra 29% dos rapazes).

Muitas mulheres começam a empreender por vontade própria

Veja só: de acordo com o levantamento da startup de educação financeira Me Poupe! em parceria com a Toluna e IMO Insights, elas tendem mais a começar a empreender sozinhas. Enquanto 77% deles iniciaram seus negócios com um sócio, para elas esse número cai para 72%.

Para a fundadora da Me Poupe!, Nathalia Arcuri, esses dados mostram o quanto esse grupo está conquistando cada vez mais espaço. “Precisamos incentivá-las ainda mais, bem como, apoiar aquelas as quais já deram esse passo. Quanto mais delas tiverem sucesso, mais terão exemplos para se espelhar”, afirma.

Elas fazem a diferença!

Nesse sentido, esse grupo pode acrescentar às companhias em geral, inclusive, muitas marcas estão perdendo tempo e dinheiro por estarem presas a pensamentos retrógrados. Conforme o relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT), da ONU - realizado em 70 países - a presença feminina em direções é um dos fatores mais contribuintes para o maior desempenho e lucratividade. Isso porque, elas são mais empáticas e flexíveis, bem como, mais persuasivas e dispostas a assumir riscos.

Logo, a força delas é sinônimo de aumento do potencial criativo, resiliente e inovador. Além de quebrar barreiras históricas, novas fronteiras também estão sendo superadas. Isso é resultante da ampla visão de diversidade, compreensão da pluralidade e inclusão levada por elas.

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