O relatório “Vozes presentes, mesmo à distância - 2020” do Workplace, trouxe dados exclusivos a respeito de como os gestores de linha de frente no Brasil foram impactados com a crise pelo Covid-19. Os resultados contemplam aspectos como comunicação com os líderes na sede da empresa, autonomia para tomada de decisões, produtividade e reconhecimento profissional. Ficou interessado? Então, continue lendo!

A falha na comunicação interna pode ser um grande problema

Para o vice-presidente do Facebook Workplace, Julien Codorniou, a pandemia deixou esses “cabeças” no centro de cada organização, compartilhando informações essenciais com a sede e fornecendo insights do cliente para o negócio. “Porém, na realidade, eles estão batalhando para serem ouvidos. Para isso, o segredo é priorizar uma comunicação inclusiva, produtiva e aberta a novas ideias, para se sentirem conectados, envolvidos e com autonomia”, diz.

Dentre as principais descobertas da análise sobre o mercado brasileiro estão:

  • Existe uma lacuna na comunicação entre dirigentes durante o trabalho remoto. Desde o início do caos, 52% dos participantes disseram ter perdido acesso a informações importantes da sede, em um momento no qual o compartilhamento delas é fundamental. Essa questão pode ser explicada, em parte, pelo fato de 65% desses gerentes não possuírem ferramentas de comunicação adequadas.
  • Além disso, a produtividade está sendo afetada. Hoje, os entrevistados acreditam perderem uma média de 366 horas por ano, devido a esse ruído no relacionamento - o equivalente a quase nove semanas de trabalho anualmente.
  • Apesar de serem os mais próximos de seus clientes e do dia-a-dia dos negócios, somente 48% dos executivos - ante 67% em fevereiro - afirmaram, em agosto, sentirem-se com autonomia para tomar decisões importantes, as quais impactam as metas das transações.
  • Como resultado, 58% desses condutores não se sentem valorizados pela companhia onde trabalham.

Por isso, conversar regularmente nunca foi tão importante, contudo, foi agravada pela inconsistência das ferramentas de relacionamento entre equipes e dirigentes. Para ajudar a resolver isso, quem está a frente (52%) e os na sede (64%) concordam com a necessidade de se comunicar com mais frequência e de contar com dispositivos interorganizacionais para fazer isso (59% e 62%, respectivamente).

A saída é sempre e inovar

Ninguém estava preparado para lidar com a pandemia. Com isso, foi preciso rever toda a estratégia e o planejamento das corporações. No pós-pandemia não deve ser diferente, a cada novo cenário, um plano deve ser traçado. Assim, com as mudanças das prioridades, as metas também deverão ser ajustadas. “É essencial estar de olho no mercado e no cliente, pois são quem ditam as regras”, compartilha o CEO da startup open banking Transfeera, Guilherme Verdasca.

Portanto, gestores precisam desenvolver estratégias assertivas, em especial, nessa situação de distanciamento: tenha um método digital, foque na experiência do consumidor, atente-se à segurança dos colaboradores e das informações e treine. Use os instrumentos disponíveis para destravar o mercado produtivo e comercial. O futuro depende do agora.

Busque estratégias inovadoras e fique atento às nossas dicas para sobreviver a esse tempo sem grandes preocupações.
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Como a sua gestão foi impactada com a pandemia?

 

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