Vivemos dias incertos e o futuro é mais ainda. Contudo, independentemente do momento, não podemos parar! A roda da vida, da economia e dos negócios tem de girar e, por isso, a maioria das empresas ainda em home office pensa nas próximas medidas a serem tomadas, seja o teletrabalho ou modelo híbrido. O importante é o grupo todo estar engajado e animado. Afinal, estão todos no mesmo barco.

O grande desafio para os gestores de recursos humanos é compreender como manter os a galera engajada mesmo a distância. A resposta pode ser até simples, por isso é preciso entender alguns pontos. Veja:

Liderança: nessa hora ser “líder” e não “chefe” faz a diferença, pois por meio dos exemplos do “cabeça” e de sua iniciativa, o time se empenha em entregar resultados ou não. Logo, o gestor deve mostrar quais ações são prioritárias e imprimir seu ritmo laboral ao restante dos conjuntos.

Sentimento de pertencimento: esse fator já é importante dentro das companhias e quando a atuação se torna remota, isso vem a ser vital para uma alta produtividade. Então, “deixe sempre claro qual é o propósito do seu negócio, seja transparente em cada ação proposta ao staff e, claro, mostre para cada um seu papel e importância. Assim, a entidade se mantém dentro de um espectro de sucesso em seu respectivo setor”, avalia o CEO da Incentivar.io, primeiro software de incentivo do Brasil, Rodolfo Carvalho.

Clareza e orientação: essas características são determinantes para qualquer instituição e isso se intensifica em home based. Ou seja, de nada adianta mandar dez mensagens no WhatsApp do seu colaborador, de maneira desordenada e sem conexão. Nesses casos, dê preferência ao bom e velho e-mail e o escreva da forma mais assertiva possível. Dessa forma, evitam-se erros bobos e o contratado entende exatamente suas entregas.

Entenda as peculiaridades de cada um: em especial, quando falamos de trabalho remoto é importante perceber: estamos lidamos com pessoas e não com robôs. Portanto, não tente impor regras muito rígidas para o grupo, afinal, ele é composto por indivíduos, cada um com suas peculiaridades.

Logo, seja claro sobre resultados, mas deixe-os livres para produzir de forma singular. “Neste contexto plural no qual vivemos, muitas vezes temos de tomar decisões nos baseando na média. No entanto, não se pode esquecer do geral, como um todo. Por isso é interessante escutar de forma global, mas agir considerando o local. Assim, ajustes e adaptações podem ser feitos para privilegiar cada grupo”, comenta o Head of People Science da Pulses, Renato Navas.

Para Navas, o isolamento social acabou trazendo uma experiência para pensar mais na presença e consideração, as quais são uma atenção consigo mesmo, com o outro, entre todos e com o ambiente. Isso porque o cenário trouxe uma necessidade de ajustes de conceitos e ações para um contexto no qual não havia precedentes de como agir.

É preciso ter uma gestão empática

Nesse sentido, a empatia é a capacidade de se colocar no lugar do outro, de respeitar e considerar os sentimentos e a percepção. Bem como, captar a singularidade dos seres humanos, com suas peculiaridades, individualidades, fragilidades e potencialidades. Logo, o conhecimento das forças e fraquezas dos funcionários revela a necessidade de conhecer melhor as pessoas para compreendê-las em sua totalidade e não apenas suas habilidades profissionais.

Ao longo da história, o departamento de Recursos Humanos (RH) teve um papel mais burocrático, atuando com rotinas institucionais mais administrativas como contratação e demissão, treinamento, elaboração de folhas de pagamentos, entre outras coisas. No entanto, no final do século XX e no século XXI esse setor adquiriu um papel estratégico, participando como elemento integrante do planejamento das corporações.

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