Um fator importante para todas as empresas é trazer uma nova perspectiva e forma de se relacionar com os colaboradores, independentemente do momento. Em especial, devem estar atentas à cultura organizacional. Para isso, é necessário voltar o olhar aos pilares do empreendimento com humanização. Continue lendo e entenda a relevância dessa abordagem dentro as entidades!

É preciso reeducar e requalificar!

Para a especialista em estratégia de carreira, Rebeca Toyama, um dos principais desafios para um bom desenvolvimento da companhia é requalificar os profissionais para conseguirem atender aos desafios do novo mercado de trabalho, a 4ª revolução industrial. Ou seja, é preparar o ser humano para se relacionar com a inteligência artificial. Assim, “a recapacitação deve ser toda a mão de obra, desde o presidente ao office boy”, afirma.

As organizações são responsáveis por formarem em seus funcionários as hard skills, mas também cabe fortalecer as soft skills. Além disso, precisam ensiná-los a gestão de tempo e como lidar e ter controle com o estresse, angústia e pânico. A educação corporativa, principalmente nesse cenário, vem como o ponto-chave para ter uma equipe engajada e com níveis saudáveis de bem-estar.

Com isso, Rebeca elencou três reflexões a fim de utilizar também a pandemia como uma oportunidade de transformar a visão de mundo das corporações. Veja:

  • Entender seu papel enquanto educador social - dê continuidade na formação do ser humano. Ou seja, desenvolva, ensine e treine seu time.
  • A importância de ter uma visão de mundo claro - “cuidar do staff não é uma escolha, mas uma necessidade”, ressalta Rebeca. Logo, mostre para eles o quão são importantes para a sobrevivência e o sucesso do negócio.
  • Reforce sua visão, missão e valores - sempre é tempo de resgatar seus valores e propósitos, pois todos precisam estar alinhados. Esse é o caminho para construir uma perspectiva de posicionamento da marca e organizar a comunicação com a corporação inteira. Ou seja, agir com clareza e transparência, pois eles são os primeiros precursores do empreendimento.

Inteligência Emocional é essencial

Um papel dos líderes é entender as diversas dimensões sobre as personalidades dos contratados, logo, é importante se investir em inteligência emocional. Isso é, ter empatia, pois situação está complexa para todos. Afinal, estamos no mesmo barco. “Muitos gestores, não acolhem a demanda sentimental, contudo, se a instituição não olhar para seu público interno como ser humano, não conseguirá extrair a melhor versão dele”, reforça a estrategista.

O vínculo com os cooperadores vai muito além do engajamento, faz o indivíduo ter um propósito maior junto a entidade e eleva autoestima e autoconfiança. Dessa forma, reduz os quadros de ansiedade, estresse e instabilidade emocional dos auxiliares.
Independentemente do momento atual, não podemos parar! “A roda da vida, da economia e dos negócios tem de girar, até mesmo para nos reerguermos quando tudo isso passar. Por isso, a maior parte das companhias tem mantido seus serviços por meio do home office”, finaliza o CEO da Incentivar.io, Rodolfo Carvalho.

Portanto, no contexto competitivo, globalizado e dinâmico dos dias atuais, a empatia e resiliência têm lugares de destaque na gestão de pessoas e se tornam uma das habilidades mais importantes para as organizações do século XXI. Por isso, todos os setores, principalmente as lideranças, precisaram se reinventar.

Então, esteja sempre por dentro das novas mudanças e necessidades do mercado. Acompanhe nosso blog e as redes sociais, pois publicamos conteúdos diariamente e temos opiniões de diferentes especialistas. Como está a cultura corporativa na sua empresa?

 

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