No Brasil, a pandemia acabou impulsionando a mudança de rotina para muitas pessoas, inclusive no trabalho. Diversas empresas aderiram ao home office para evitar o contágio dos colaboradores e também dar continuidade aos negócios. Ou seja, sobreviver a esse período de crise. Continue lendo e entenda melhor sobre o assunto!

O teletrabalho foi potencializado para a sobrevivência da mercado

Segundo o especialista em marketing de diferenciação e criador do Fator X, Pedro Superti, como muitas organizações estão incentivando o trabalho de casa, quem quiser se destacar terá de saber como fazer a diferença. “Não importa se você está na sede da sua companhia, em domicílio ou em algum outro lugar do mundo. É possível competir com o resto do mercado e continuar registrando números positivos, mesmo se a atividade for feita de forma remota”, afirma.

Nesse sentido, a quarentena forçou o comércio a enfrentar não apenas uma mudança técnica, mas também de mentalidade. Assim, em muitas corporações a equipe ainda é monitorada com um comportamento característico da era industrial, com um supervisor ou gerente de olho nos funcionários para garantir a produtividade.

Contudo, para Superti, esse comportamento já está ultrapassado faz tempo. “O cooperador precisa fazer parte da equipe porque ele acredita na missão da marca e está motivado a fazer um bom serviço. É responsabilidade do empreendedor saber filtrar os candidatos e escolher as pessoas certas não só para a função, mas para ser parte do time”, explica.

Atenção: a liderança é diferente da chefia

Com o teletrabalho, o líder tem novas tarefas: saber delegar atividades, administrar o staff a distância, monitorar resultados e confiar no cumprimento de prazos do contratado. Bem como, seu rendimento mesmo sem ninguém para cobrá-lo durante o processo. Aqui, vale lembrar a determinante diferença entre a liderança e a chefia: ser a “cabeça” da instituição ou da área é ter uma equipe atenta, observadora e equilibrada, diferente de ser “chefe”.

É, justamente, nesse quesito a maior falha dos dirigentes. “O empregado não deve ser cobrado durante seu processo laboral, ele tem de ser solicitado nos resultados. Dessa forma, ele será mais produtivo”, analisa o especialista. De acordo com ele, precisam ser combinados horários fixos diários de entrega, sempre no final do dia, por exemplo.

A transformação foi em todas as esferas da sociedade

A mudança foi para todos: assim como o empresário terá de se adaptar, o contratado também vai enfrentar a mesma fase. “A rotina mudou para todo mundo. Os profissionais enfrentarão uma série de distrações no lar, como filhos, animais de estimação e demandas da casa, as quais não faziam parte da equação quando o normal era no escritório”, complementa Superti.

Por isso, é fundamental a entidade ser paciente e respeitar o período de adaptação desse novo contexto. Afinal, “a produtividade encontrou o caminho do crescimento e algumas organizações já estenderam o home based até o final do ano. Bem como, marcas como Twitter e Facebook já divulgaram a permanência da modalidade”, ressalta o especialista em vendas, Erik Penna.

Conforme Penna, entre os maiores benefícios dessa opção estão: redução de custos, menor tempo no trânsito, menos estresse em grupo, economia com encargos sociais, vantagens fiscais, otimização de atividades, reuniões virtuais mais objetivas e retenção de talentos.

Portanto, nesse novo cenário mundial os limites ultrapassam os espaços físicos e o time ganha ainda mais autonomia e engajamento nas funções. Logo, o futuro laboral já não cabe nas baias, não se importa com ostensivos escritórios e tem se tornado criativamente claustrofóbico.

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