Corporações sem a prática do home office foram pegas de surpresa pela necessidade repentina da ação diante da pandemia do coronavírus. Contudo, formatos de trabalho flexíveis já eram uma tendência crescente antes desse fato. Assim, estudantes e empresas se adaptam ao ‘novo normal’.

O mês era março. Após o primeiro dia de estágio na JTI conhecendo os colegas e instalações, José Henrique de Oliveira recebeu a notícia: não precisaria retornar à corporação no próximo dia. O trabalho presencial passaria a ser realizado de forma remota.

Cinco meses depois e ainda atuando do lar, o caso dele é um entre milhares de alunos e negócios com a necessidade de se adequar à situação. “Essa é a minha primeira experiência trabalhando de casa. No início achei mais complicado, pois, como não conhecia as pessoas fisicamente, precisei aprender suas formas de fazer as coisas e personalidades por meio de e-mails e reuniões virtuais”, analisa Oliveira. 

Porém, com as ferramentas virtuais, ele tem conseguido se adaptar. “Fui pegando as rotinas, entendendo as tarefas e como precisavam ser feitas, bem como aprendendo a me relacionar com os demais. Os recursos fornecidos pela companhia também ajudam muito na organização e execução de atividades, além de todo apoio do meu gestor e do setor de Pessoas e Cultura”, ressalta. 

Desafio da gestão do tempo

Para ele, o desafio tem sido gerenciar o tempo. “Às vezes é complicado, pois além do ofício tem as tarefas da casa, os cachorros latindo e isso acaba diminuindo a capacidade de  focar em um afazer por um longo período. Porém, me sinto mais criativo trabalhando em um ambiente mais aconchegante”, afirma. O jovem também tem aproveitado para fazer cursos e formações disponibilizadas pelo escritório. 

O diretor de Pessoas e Cultura da JTI destaca o período de mudanças e aprendizados. “Como para muitas organizações, estamos trabalhando com estágios nesse formato pela primeira vez. Nossa principal preocupação é proporcionar os recursos necessários para eles desenvolverem suas atividades, receberem as orientações necessárias, adquirirem habilidades e contribuírem com a companhia”, afirma. 

A organização forneceu aos estagiários e demais colaboradores em home office computadores, mouses, teclados, cadeiras e outros itens para ajudar a aprimorar suas funções da melhor maneira possível. Além disso, reforçou os canais de comunicação com orientações, dicas e sugestões para um bom desenvolvimento do trabalho. 

Possibilidade de efetivação

Mallu Mattos, atualmente no departamento Jurídico da empresa, antes de assumir a posição efetiva, foi estagiária neste mesmo setor. “De certa forma, hoje sou um espelho para quem enxerga a possibilidade de crescer na organização. Minha principal dica para eles é ter muita vontade de aprender e estar aberto para cada possibilidade, saber onde se quer chegar e ir com muita vontade e disposição”, afirma.

Dotto reforça: apesar das dificuldades e de todas as alterações necessárias, os estagiários passando por esse momento estão criando competências relevantes. “Saber gerenciar seu próprio tempo, atuar remotamente, ter responsabilidade e autonomia são requisitos cada vez mais necessários para os profissionais no mundo corporativo”, ressalta. Para ele, tanto a evolução de José quanto dos outros estagiários da organização durante esse período demonstram o sucesso das medidas adotadas pela gestão. 

Portanto, apesar das incertezas, vale apena aproveitar o período para se aprimorar. Como você está se adaptando ao ‘novo normal’?

 

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