A pandemia trouxe à tona a discussão do impacto da liderança na sociedade como um todo. Esse dirigente se torna responsável por enxergar as situações e não pensar somente nas questões econômicas de uma empresa. Ou seja, é alguém inspirador pelo exemplo e mostra o melhor caminho a ser seguido. Continue lendo e entenda melhor sobre o assunto!

Com transparência e empatia passa-se pelo caos

Diante dessa crise, causada pelo Covid-19, tudo parece ter virado de “ponta cabeça”. Logo, a crescente complexidade e volatilidade do cenário atual requer uma capacidade criativa e adaptativa, tanto individual quanto coletiva. “Um dos maiores desafios enquanto líderes de nós mesmos, de times e organizações é compreender com maior profundidade como nos desenvolvemos e evoluímos nossa mente”, explica o country director da The Leadership Circle Brasil, Marco Brito.

Nesse sentido, a gestão integral se torna cada vez mais importante, pois se trata de um estágio de consciência e maturidade humana. Isso é relativo tanto à capacidade de fazer e entregar resultados sustentáveis, quanto meta-competências relacionadas a “ser”. “Essas são aptidões entrelaçadas com a estrutura de quem somos, como organizamos e respondemos ao nosso mundo” complementa Brito.

Por isso, o diretor elencou a metodologia do The Leadership Circle crucial para a eficácia e performance dos negócios, principalmente, daqui para frente. Veja:

Autoconsciência - essa habilidade começa com o autoquestionamento. Isso acaba determinando nossas convicções e identidade na sociedade. Assim, com humildade e altruísmo, muitos gestores têm demonstrado uma agilidade emocional frente às adversidades, com transparência e resiliência.

Conexão afetiva - ao expressar tal integridade, empatia e coragem de se comunicar com seus liderados, naturalmente cria-se uma conexão afetiva e cuidadosa com cada membro. Dessa forma, promove-se o espírito de equipe, colaboração e senso de pertencimento. “Saber reconhecer erros, aprender rápido e cooperar têm proporcionado inovações não somente em produtos, mas principalmente em modos de trabalhar, viver e realizar propósitos importantes para a sociedade”, analisa o executivo.

Consciência sistêmica - quando percebemos as circunstâncias e mudanças necessárias em determinado contexto, uma consciência sistêmica começa a emergir gerando visões inspiradoras do presente e do futuro. Com isso, enxergam-se as pessoas e organizações em todas as suas dimensões.

Liderança não é chefia

Portanto, ser “líder” é ter uma equipe atenta, observadora e equilibrada, diferente de ser “chefe”. Isso é a chave para a sustentabilidade empresarial, “pois quando a empatia entra em uma organização, ela abre espaço para uma série de valores e, ainda, pode elevar resultados. Os laços também ficam mais ricos e firmes, ótimo para o trabalho em conjunto”, expõe o doutor em psicologia social e CEO da Connekt, Celson Hupfer.

Estamos atravessando um dos momentos mais frágeis do século. “Essa crise não escolheu gênero, classe ou região, ela veio e reconfigurou toda nossa vida, a rotina, a forma de trabalho e de nos relacionarmos”, ressalta Hupfer. Por isso, é essencial para as companhias acelerarem seus esforços de transformação digital e capacitar seu time de gestores. Inclusive, prepará-los para monitorar remotamente com eficácia e alto desempenho diante de situações de home office.

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