Mesmo sendo possível prever algumas mudanças para o mercado de trabalho após o fim da pandemia e da crise, é arriscado fixar padrões e comportamentos para as pessoas, clientes e negócios. Entretanto, para Daniel Keller, Consultor Empresarial  da Área Central, uma coisa é certa: quando a retomada acontecer, será fundamental ter clareza para voltar diferente! “Nosso olhar, assim como nossas relações, prioridades, trabalho e o modelo para a sustentabilidade de negócios, estarão em xeque”, afirma. Saiba mais!
                
Tendências viraram realidade com rapidez
        
Para ele, os últimos tempos mostraram tendências presentes há algum tempo. “Aquilo capaz de impactar o comportamento do consumidor e, por consequência, o modelo de negócio das empresas nos próximos anos, foi acelerado e implementado em um curto espaço de tempo. Assim, em maior ou menor grau, as corporações precisam inovar e se reinventar, encontrando um posicionamento em meio a um mundo dos negócios mais volátil e complexo”, explica.

Independentemente do segmento, porte ou tempo de atuação das empresas, alguns pontos podem ser altamente relevantes quando revisitados à luz de uma nova dinâmica de mercado. Veja alguns deles a seguir:
                        
I. Necessidade de tomar decisões com base em informações
                        
Não é mais possível desenhar planejamentos com visões de três, cinco ou dez anos. A tônica é o estabelecimento de visões de curto prazo, dentro de 12meses, com avaliações em períodos ainda mais curtos, tendo noção sobre a evolução ou necessidade de ajustes na rota. “Não há mais espaço para achismos ou avaliações baseadas somente em fatos históricos. A cada ciclo, temos mais dificuldade em comparar desempenhos históricos, justamente em função de variações do ambiente externo”, expõe.
                        
II. Chegou a hora de entendermos o significado de propósito
                        
A expressão propósito equivocadamente substitui a missão de um empreendimento, ganhando um protagonismo quase “gourmet” nas conversas organizacionais. “Agora se faz necessário compreender o papel da missão e do propósito. A primeira passa a ser mais adaptável e mutável, a partir do reconhecimento de transformações no comportamento do consumidor. O segundo é o DNA e deve carregar a essência da instituição, indo muito além da geração de resultado e de lucro”, diz.
                        
III. Cultura compartilhada
                        
Os estabelecimentos cada dia ficam mais parecidos uns com os outros, desde os produtos, serviços, até o pacote de atrativos disponibilizado para captar e reter talentos. Entretanto, com o passar do tempo, fica evidente como a cultura do escritório fará as pessoas se comprometerem e desejarem “vestir a camisa”. “Esse tópico determina o jeito de pensar e agir para manifestar em todos os elementos chave do cotidiano do empreendimento”, compartilha.                         
                        
IV. Adaptabilidade e agilidade
                        
O Darwinismo está de volta e não será o tamanho ou tradição o aspecto capaz de dizer quem segue com êxito e quem fará parte de estatísticas de fechamento de atividades, mas sim, a capacidade de ler cenários, interpretá-los e rapidamente propor transformações. “Para dar sustentação a isso, a cultura de flexibilidade e da inovação devem ser incentivadas com muita atenção”, conclui.
                        
Demanda não é apenas para as instituições

Pessoas também devem estar ligadas às demandas profissionais e saírem de suas zonas de conforto. Afinal, o novo normal está cada vez mais em evidência e se adaptar a isso é crucial. Para a marketeira Ana Barbosa, do Rio de Janeiro, procurar novos conhecimentos é imprescindível. “A gente precisa se preparar para enfrentar novos desafios e exigências das organizações e entender como o mundo vai mudar daqui para frente”, finaliza.

Portanto, não fique parado e repense suas estratégias para garantir a assertividade. Veja mais sete dicas para melhorar seus negócios. E aí, já está seguindo essas orientações?

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