Diante de acontecimentos imprevisíveis, como a própria pandemia, o nosso controle sobre a situação é ilusório e limitado. Isso se potencializa com circunstâncias cotidianas como, por exemplo, a morte e eleva os níveis de estresse e angústia. Contudo, geralmente só nos damos conta dessa habilidade pela falta dela. Nesse sentido, percebemos a carência da compreensão das emoções e sentimentos. Continue lendo e entenda melhor sobre o assunto!

Vale a pena todo o sacrifício?

Na sociedade atual, a qualidade de vida e o sucesso muitas vezes se confundem e estão associados com o alcance de bens materiais, não levando-se em conta a energia e o tempo gastos para a conquista dessas ações. “As pessoas devem ter metas para alcançar e merecem uma vida digna e plena de realizações. No entanto, quem entende as etapas e degraus a serem alcançados, evita muitas frustrações desnecessárias”, analisa o filósofo, terapeuta motivacional e palestrante, Gad Adler.

Para Adler, uma das formas de iniciar esse processo de aprendizagem é trabalhar o desapego. Isso é, destruir o vínculo obsessivo com bens e dar um novo significado de importância e prioridade. Para isso, vale se perguntar: todo esse sacrifício é válido? Essa é uma das fórmulas essenciais para a tomada de decisões coerentes.

A competitividade e a pressão da sociedade em “vencer na vida” a todo preço nos faz esquecer a premissa primordial: não somos “os donos do mundo”. Entretanto, todas essas falsas verdades podem ser abaladas a qualquer instante e revelar o quão frágil é o ser humano, como estamos vivenciando agora o Covid-19.

Esse tipo de reflexão exercita a construção da Inteligência Emocional (IE), influenciando em cada tomada julgamento. Dessa forma, “melhoramos a qualidade de nossos relacionamento com os outros e, principalmente, com nós mesmos”, complementa o terapeuta. Logo, não se trata de evitar ou parar de ter sentimentos como raiva, tristeza, frustração, ciúmes, etc. Isso nem seria possível. O decurso reside em conhecer nossas sensações e saber reconhecê-las.

Como as empresas estão lidando com isso?

Já no cenário empresarial, é necessário entender como as companhias estão lidando com o isolamento para compreender melhor como as emoções podem interferir na performance de cada profissional. Existem algumas estratégias implementadas pelos gestores para enfrentar esse período de medo, culpa, agressividade e distanciamento. Isso tudo na tentativa de combater os fatores externos de risco.
Para a especialista em estratégia de carreira, Rebeca Toyama, os empreendimentos precisam pensar em táticas e soluções para aumentar o bem-estar dos colaboradores. Sendo assim, um ambiente positivo pode estimular a saúde mental e até gerar efeito no bem-estar físico dos indivíduos. “A satisfação e entusiasmo dos funcionários passam a ganhar prioridade na agenda dos executivos. Esses estão em busca de resultados para o seu negócio e a manutenção dos empregos”, expõe.

Conforme Rebeca, trazer para a organização programas de treinamento e workshops sobre o tema pode fazer muita diferença na produtividade da equipe, principalmente nesse momento. Além disso, alivia os ânimos e promove um crescimento e amadurecimento do público interno.

Portanto, não deixe de identificar os gatilhos negativos e positivos para controlá-los e aprender a conduzir tudo isso da melhor forma. Para isso, ensinamentos simples, ajudam a entender como o cérebro processa as emoções e como lidar com os quatro pilares fundamentais da IE: autoconsciência, autogerenciamento, consciência social e gerenciamento das relações.

Logo, fique atento e acompanhe nosso blog e as redes sociais, pois publicamos conteúdos diariamente e temos opiniões de diferentes especialistas. Vamos juntos nos adaptar e evoluir com essa nova realidade. Como está sua mente hoje?

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