Quem se adapta mais rapidamente ao momento de crise tem mais chance de se manter no mercado. Apesar do impacto negativo para quase 88% dos gerentes, alguns segmentos, mesmo afetados pelo avanço do Coronavírus, conseguiram equilibrar o fluxo de caixa e até aumentar o faturamento, segundo pesquisa do Sebrae. Dessa forma, dez milhões de micro e pequenos empresários movimentaram a economia brasileira, nesse período, usando vendas on-line e WhatsApp. Ficou intrigado? Então, continue lendo e entenda melhor sobre o assunto!

Milhões de pessoas estão on-line com a “palma da mão”

Esse levantamento do Sebrae ouviu mais de seis mil empreendedores de todo o país. De acordo com a análise, 400 mil pequenos negócios tiveram crescimento médio de 47% na receita. Isso porque mudaram o modo de funcionamento e apostaram em serviços de Internet.

Assim, outra ferramenta em grande ascensão é o WhatsApp, conhecido como a maior plataforma global de vendas do mundo. Ela conta com 195 milhões de brasileiros, está presente em 94% dos celulares e representa, somente no Brasil, uma oportunidade de 600 bilhões de reais desse nicho de mercado.

Conforme o mentor e o autor do best-seller mais lido na área do marketing digital, Conrado Adolpho, em média, as pessoas passam quatro horas e 59 minutos acessando a Internet contra quatro horas e 31 minutos assistindo televisão. “Os empresários devem ter a sua presença na rede on-line para aproveitar todas as oportunidades”, comenta o especialista.

Apesar desse índice, nem todos os gestores sabem usar esses recursos para comercializar e criar relacionamento com o público-alvo. “A falta de atenção às mudanças estão fazendo negócios, na economia atual, definhar em menos de um ano”, alerta Adolpho. Isso é evidente, pois 33% do funcionamento das companhias foi alterado, conforme o Sebrae.

Estude e inove suas estratégias

Então, qual a melhor maneira de vender nesse momento? A partir desse questionamento, o projeto Gerando Valores lançou um vídeo sobre como iniciar a revolução digital no empreendimento. As dicas são dadas pelo professor do curso de Mestrado em Administração do Desenvolvimento de Negócios da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), Alberto Medeiros.

Essa “transformação significa automatizar processos, melhorar organizações com o uso de recursos digitais. Ou seja, estar mais próximo do cliente por meio da Internet", explica o professor. Ele ensina como uma pequena instituição pode colocar em prática procedimentos on-line e formas de trabalhar de casa. Com isso, continuando a vender e também reduzindo custos usando plataformas do Google, por exemplo.

Fora de suas zonas de conforto, os líderes são estimulados a inovar mais rápido. Um bom exemplo, é a ampliação do mercado de assinaturas digitais. Diante do distanciamento social e com medo da paralisação das negociações, dirigentes passaram a utilizar o mecanismo para não perder acordos. Dessa forma, compreende-se também, de uma vez por todas, a facilidade e economia das transações virtuais.

Veja: um RH desconectado, lidando com planilhas e arquivos físicos pode enfrentar problemas como atraso no envio dos documentos de admissão ou até o pagamento de férias dobradas. Enfim, a tecnologia surgiu como uma aliada e pode ser usada nos mais diversos setores.

Portanto, fique atento aos gatilhos dessa nova realidade. Por isso, acompanhe nosso blog e as redes sociais, pois publicamos conteúdos diariamente e contamos com opiniões de especialistas. Como sua empresa está lidando com essa revolução digital?

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