As mudanças experimentadas pela humanidade em situações de crise sempre desafiaram o estado de conformidade das coisas. Isso abre oportunidades para o surgimento de ideias, em especial, quando o assunto é organizacional. Então, diante dessa pandemia não seria diferente: todos os setores, alguns de forma mais intensa, precisaram se reinventar para sobreviver a essa realidade. Continue lendo e entenda melhor sobre o assunto!

A revolução dos recursos humanos

Nesse sentido, o setor de Recursos Humanos (RH) sofreu transformações repentinas, atualmente chamada de RH 4.0. Para se ter noção, o RH Digital ou 3.0 é responsável por transferir os processos manuais da área e conectá-los a plataformas virtuais de gestão de pessoas, com mecanismos mais eficientes.

Assim, a coordenadora de operações de marketing na Convenia, Karine Gaia, elencou as diferenças básicas de cada fase. Veja:

RH 1.0 - responsável, exclusivamente, por resolver burocracias entre companhia e empregado, garantindo a conformidade da lei.

RH 2.0 - entende a importância dos colaboradores como parte da engrenagem para o sucesso e crescimento.

RH 3.0 - utiliza meios on-line para gerir de forma eficiente e mais assertiva.

RH 4.0 - sincroniza tecnologia, estratégia da instituição e gestão de pessoas, usando plataformas integradas para fornecer dados em tempo real e modelos preditivos para toda decisão.

Segundo pesquisa da Convenia, mais de 40% dos empreendimentos brasileiros operacionalizam suas rotinas de administração e departamento pessoal sem usar meios digitais. Isso acontece porque até então era possível fazer esse controle de forma manual e muito burocrática.

Contudo, “passamos por uma crise mundial e do dia para noite o mundo adotou o home office, acelerando a digitalização de todas as esferas institucionais”, analisa Karine. Logo, ficou impossível fazer a gerência sem algum dispositivo virtual. A indústria 4.0 com a internet das coisas, big data, wearables, computação em nuvem e aplicativos já ocupou tanto espaço no cotidiano tornando irreal viver sem estar conectado.

A conectividade permite mais conforto e produção e no quesito organizacional isso não é diferente. Nos períodos modernos, todas os ramos operacionais podem trabalhar de forma integrada, por meio de programas. Com isso, aumenta-se a produtividade, diminui-se o impacto ambiental, entre outras diversas vantagens.

Alinhar-se ao “novo normal” é a única maneira de sobreviver no mercado

Fora de suas zonas de conforto, os empresários têm de inovar mais rápido. “O movimento da digitalização teve uma aceleração repentina em relação a como vinha sendo introduzido. Desse modo, se adequar a isso será um dos pontos determinantes para os estabelecimentos permanecerem competitivamente no mercado”, diz o CEO da IOUU, Bruno Sayão. Um bom exemplo, é o uso de assinaturas digitais. Cada vez mais presentes em todos os negócios sintonizados com essa transformação.

Por isso, um RH desconectado, lidando com planilhas e arquivos físicos pode enfrentar problemas como atraso no envio dos documentos de admissão ou falta de envio de holerites, pagamento de férias dobradas, informações desatualizadas no eSocial e até documentos desatualizados dos funcionários.

Portanto, “essa seção, hoje, é considerada a mais estratégica do negócio. Logo, sem processos bem definidos, dados atualizados e tecnologia de ponta não é possível contratar e reter talentos essenciais para o funcionamento da operação. Ou seja, impactando nos objetivos da entidade”, expõe a coordenadora.

Então, fique atento e acompanhe nosso blog e as redes sociais, pois publicamos conteúdos diariamente e temos opiniões de especialistas. Vamos juntos nos adaptar a essa nova realidade. Como está o RH da sua empresa?

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