Diante de uma crise mundial, decorrente do Covid-19, as empresas precisaram de solidez para superar esse momento. Nesse contexto, o comportamento organizacional é um fator determinante. Assim, é preciso rever ou reforçar as crenças e também ampliar os modelos de relacionamento e confiança internos. Essa é uma preocupação da sua companhia? Então, continue lendo e entenda melhor sobre o assunto!

Uma cultura interna bem enraizada eleva o rendimento empresarial

Para o head da Rico - plataforma de investimentos, Laio Santos, é preciso entender a importância das pessoas para a criação de uma visão e engajamento institucional e qual é o perfil de líder mais necessário nesse cenário. “Cultura é muito forte: te absorve ou expele. Quando se tem ela, de fato, é indispensável identificar quem são as pessoas com a maior probabilidade de conseguir se encaixar e fazer crescer o negócio. Esses colaboradores navegam melhor e mesmo quando vem uma tempestade, eles estão lá”, explica.

Ainda em entrevista para para o CMO (Chief Marketing Officer) da EqSeed, Rafael Marino, durante episódio do Na Linha de Frente, podcast produzido pela fintech, Santos elencou três características típicas desses indivíduos: fecham gaps, são humildes e aprendem rápido. “Existem funcionários instigados a crescer e ter mais controle sobre os resultados. Esses têm um diferencial, se precisam estudar, o farão ou perder um final de semana, também. Eles não aceitam navegar no status quo”, ressalta o head da Rico.

Nesse sentido, na conversa os dirigentes deixaram claro as trajetórias de vida individuais e as diferentes formas de aprendizado de cada um. Por isso, os líderes são peças-chave em situações de instabilidade como a atual. Eles precisam construir uma perspectiva de posicionamento da marca e alinhar a comunicação com a corporação inteira. Ou seja, agir com clareza e transparência com o staff, pois eles são os primeiros precursores do empreendimento.

Essa é a hora de requalificar seus talentos e motivá-los

Em vista da quarentena, as instituições precisaram pensar na requalificação ainda mais rápida, mas por um outro lado potencializou a consciência e a responsabilidade delas com a formação de seus contratados. Logo, segundo a especialista em estratégia de carreira, Rebeca Toyama, um dos principais desafios é requalificar os profissionais para conseguirem atender aos desafios do novo mercado de trabalho, a 4ª revolução industrial. Isso é, preparar o ser humano para se relacionar com a inteligência artificial.

Assim, as entidades são responsáveis por formarem em seus colaboradores os hard skills e também desenvolver os soft skills, como gestão de tempo, lidar e ter controle com o estresse, angústia e pânico. Com isso, a educação corporativa vem como estratégia principal para engajar o time com níveis saudáveis de bem-estar. “A essência da marca deve estar em sintonia com sua equipe e garantir a eles a aptidão para enfrentar as dificuldades presentes sem colocar em risco sua saúde mental”, alerta a especialista.

O quebra-cabeça da educação corporativa

Então, Toyama pautou quatro principais dicas de educação corporativa para orientar as organizações em situações instáveis como a atual. Veja:

Compreensão do papel enquanto educador social - dê continuidade na formação do ser humano. Desenvolva seus colaboradores com treinamentos e cursos.

Atentar-se à visão de mund - cuidar dos cooperadores não é uma escolha, mas uma necessidade. Por isso, entenda os geradores de estresse e angústias e ofereça-os ajuda. Bem como, lembre-se sempre de demonstrar à sua equipe sua importância para a continuidade das transações.

Revisitar valores e visão - aproveite para resgatar seus valores e propósitos. O empregador precisa estar alinhado aos princípios do grupo laboral.

Pensar no pós-pandemia - tente resgatar e adaptar o objetivo da marca após essa pandemia, trazendo as lições e aprendizados obtidos a partir dela.

Portanto, para expandir as convicções associativas é fundamental direcionar o olhar aos pilares do empreendimento com humanização. Ou seja, promover o diálogo e a resiliência interna. Com isso, os gestores entenderão como dar suporte aos contratados, em especial, nesse período de atuação à distância.

Então, alinhe-se a essa nova realidade. Acompanhe nosso blog e as redes sociais, pois publicamos conteúdos diariamente e temos opiniões de diferentes especialistas. Como está a cultura corporativa na sua empresa?

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