A soma de mundos, vivências e pontos de vista diferentes ajuda a construir e reforçar um dos maiores valores das companhias na atualidade: a inteligência coletiva. Ela é um fator muito importante tanto para quem já está dentro do time quanto para aqueles aspirantes pela organização. Logo, a cultura institucional deve ter esse pilar como essência. 

“Vivendo e aprendendo”

Nesse sentido, é preciso entender os motivos pelos quais há a valorização de um ambiente formado por pessoas com visões e experiências diferentes. Com isso, ficará claro aos líderes quais são os princípios e objetivos nessa frente de trabalho.

Tendo em vista esse assunto, o Nube fez uma pesquisa com 25.505 estudantes de todo o país. Para 37,69% deles, as empresas atentam-se com a diversidade e inclusão, mas poderiam melhorar. Logo, é um debate ainda muito necessário dentro das companhias.

Assim, a diversity and social leader na CI&T, Ana Paula Fraga, compartilhou impactos positivos fundamentais pelos quais a pluralidade de personalidades exerce em ambientes corporativos. Veja:

  • Diversidade gera inovação

A fórmula é simples: pessoas com formações profissionais diferentes, experimentações e histórias de vida distintas vão ajudar a construir esse grande valor para as entidades hoje. Então, “quanto mais diverso o time e a fonte da qual se constrói essa inteligência, mais a instituição é capaz de trazer múltiplas ideias para soluções, produtos e problemas do dia a dia empresarial”, explica Ana Paula.

Logo, de acordo com artigo da Forbes, a multiplicidade já é considerada um fator essencial para o sucesso de uma startup. Ainda, em outro artigo, esse da HBR Brasil, os indivíduos se sentem mais confortáveis para trazer novas ideias em corporações abertas para tratar do tema. Elas estão, inclusive, até 17% mais engajadas e dispostas a ir além de suas responsabilidades formais.

  • Reforça a marca empregadora

Para quase metade dos millennials, equivalente a 47%, a diversidade e inclusão são fatores fundamentais no momento de considerar uma nova oportunidade de trabalho. Hoje, essa geração representa 34% da população brasileira e 50% da força laboral em nosso país. Ou seja, promover a temática é uma estratégia interessante para atrair talentos dessa importante parcela do mercado.

  • Cria um ambiente seguro e saudável para todas as pessoas

Em organizações onde essa abordagem é estimulada, também é potencializada a cultura do respeito, como a revisão do Código de Ética e Conduta da perspectiva dos grupos minorizados, canal de denúncias, ações de engajamento e uma agenda de treinamentos e sensibilizações.

Por isso, “quanto mais falarmos desse tema, mais natural se tornará o entendimento às diferenças, gerando um espaço mais acolhedor. Nesse cenário, todos se sentirão mais confortáveis para serem eles mesmos”, ressalta a social leader.

  • Mostra o quanto nos conectamos com o mundo

O mundo está falando de equidade de gênero, racismo e direitos das pessoas LGBTQIA+. Essas pautas aparecem cada vez mais nas diferentes mídias, seja televisão, cinema, redes sociais, conversas com familiares, amigos e amigas.

Logo, quando as entidades trazem esses temas para o ambiente corporativo, mostram como estão conectadas com as causas sociais e acompanhando as discussões da sociedade. 

  • Gera resultados financeiros

Conforme estudos da Mckinsey & Company, empreendimentos com essas preocupações têm probabilidade 21% maior de terem rentabilidade acima da média do seu setor de atuação. Bem como, com variedade étnica são 35% mais propensas a obterem performance superior.

Assim, “entender esses desafios e trazer essas discussões para dentro de casa é assumir um compromisso. Isso é, uma postura de responsabilidade social diante de um mundo em constante evolução”, finaliza Ana Paula.

Portanto, “não existe qualquer dúvida sobre o século da diversidade, um longo e doloroso redesenho do comportamento humano. Diante disso, o resultado será uma sociedade inspirada de diferenças. São mudanças desafiadoras e essa jornada de reflexão e crescimento pessoal pode ser muito enriquecedora, se for vivida como um sonho coletivo”, diz o CEO da CI&T, Cesar Gon.

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