Desvendar os desejos do cliente é o sonho de todo empreendedor. Por isso, nos últimos anos, foram desenvolvidas diversas técnicas e ferramentas para estudar o comportamento dos usuários. Tudo isso aperfeiçoou os anúncios dentro e fora da Internet, por meio de uma estratégia chamada de omnichannel e proporcionou mais segurança para as empresas criarem jornadas para seus consumidores. Entenda melhor sobre o assunto!

Enfrentando o caos com humanidade

Nesta pandemia, muitos negócios perderam a renda e outros simplesmente cortaram os gastos por não saberem o dia de amanhã. Ou seja, as certezas comportamentais caíram por terra com a quarentena. Na verdade, elas sempre foram uma ilusão, principalmente nos mercados mais sensíveis ao comportamento dos compradores.

Para o advogado, Dane Avanzi, empresário de telecomunicações e diretor do Grupo Avanzi, um exemplo é o setor varejista. “Hoje, se fala muito sobre a trajetória da Magazine Luiza e como ela se destacou no mercado nacional. Ao sair da frente de seus concorrentes, em uma categoria nada fácil de se destacar, o marketplace pôde encarar a disputa pelo consumidor com Amazon e outros gigantes. Novos tempos representam novas tendências e, também, players”, explica.

Diante de todas as incertezas provocadas pelo Coronavírus, será improvável prever algo daqui para a frente. “Estamos em um avião sem destino certo e a viagem é de difícil visibilidade – muitas vezes, até sem equipes capacitadas. Por isso, prevalecerá a experiência e feeling dos líderes. Não me refiro àqueles do passado, apegados às formas tradicionais de tocar um empreendimento, mas às novas lideranças mais aptas a ler as propensões do amanhã. Eles farão a diferença nas organizações”, finaliza Avanzi.

Sem destino certo é preciso união e empatia

Logo, o principal desafio agora é desenvolver times ágeis e sólidos e nesse contexto a tecnologia exerce seu papel determinante. A crise do Covid-19 não mudou o processo de transformação digital, mas acelerou. Ou seja, corporações nativas do ambiente virtual, como o Uber, a maior frota de transporte do mundo sem possuir sequer um carro, não sentiram grandes impactos. Já aquelas da economia formal precisarão assimilar muitos conceitos novos para sobreviverem.

Assim, humanizar os sistemas e capacitar pessoas para formar equipes são ações fundamentais em momentos de crise como esse. Diretores focados somente em resultados perecerão, pois quem leva a instituição para frente é o público interno.

Portanto, criar ambientes colaborativos nos quais os colaboradores possam se expressar com liberdade é essencial. Além de cultivar valores como a diversidade cultural, liberdade de expressão e propósito organizacional. Tudo isso, aliado a novas ferramentas tecnológicas, como Business Intelligence, Inteligência Artificial, RPA (Robotics Process Automation), dentre outras. Isso levará as companhias para frente, permitindo cortar custos, manter o quadro de funcionários e desenvolver novas estratégias de vendas mais inteligentes e assertivas.

Nesse sentido, a especialista em estratégia de carreira, Rebeca Toyama, aconselha a trazer para a empresa programas de treinamento e workshops relacionados a bem-estar e saúde mental. Em um cenário de caos isso pode fazer muita diferença na produtividade, pois além de aliviar os ânimos, promove um crescimento e amadurecimento de cada indivíduo. “Agora é a hora de nos prepararmos para a futuridade, cuidando de nossos estabelecimentos e fortalecendo nosso staff, pois ele sempre foi o grande responsável pelos nossos resultados”, analisa Rebeca.

Então, é preciso estar atento às mudanças do mundo, isso impacta tanto no aspecto profissional quanto pessoal. Por isso, acompanhe nosso blog e as redes sociais, publicamos conteúdos diários com a participação de diversos especialistas. Vamos juntos nos alinhar a essa nova realidade. Sua liderança tem lidado com humanização?

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