Os diretores estão encarando um momento de incerteza e muitas mudanças. De acordo com pesquisa da Korn Ferry, 33% dos empreendimentos esperam um impacto significativo na receita anual. O levantamento foi realizado com corporações de todo o mundo e avaliou a percepção do mercado sobre os efeitos da pandemia nos negócios. 

Medo do novo normal

Para Reinaldo Passadori, especialista em aprimoramento profissional e CEO da Passadori Comunicação, Liderança e Negociação, isso é consequência do receio por parte das corporações deste novo normal. “O mercado terá uma retomada lenta, por isso as empresas acabam vendo o impacto negativo, é reflexo do medo. As lideranças precisam estar preparadas e prontas para se adaptar às frequentes mudanças, sendo mais flexíveis, dinâmicas e tendo total domínio da tecnologia, a qual será cada vez mais utilizada para o desenvolvimento de várias tarefas”, destacou.

Apesar das incertezas, o especialista alerta: existem oportunidades e as companhias e gestores devem estar preparados. “É preciso enxergar as possibilidades, pois este momento tem a possibilidade de ser melhor e muitos novos benefícios podem surgir, como formas de gestão, hábitos dentro das organizações e tudo isso pode gerar superiores resultados. Diversas coisas serão criadas e ajustadas para a nova realidade. As essências serão as mesmas, mas os contatos vão mudar e os líderes precisam aperfeiçoar a comunicação para promover uma integração com os colaboradores”, explicou.

Previsão de necessidades

O estudo mostra ainda: para 32% das empresas o maior desafio do RH durante a pandemia é a dificuldade em prever as necessidades futuras da força de trabalho em resposta ao cenário econômico em evolução. “Não sabemos como será o novo normal, pois cenários diferentes despontam diariamente, por isso a flexibilidade é tão importante para os líderes e organizações. Como antecipar as necessidades dos colaboradores é uma dificuldade, cada gerente precisa estar pronto para ouvir e perceber estas questões para garantir o devido engajamento da equipe”, finaliza.

Tecnologia traz agilidade

Segundo estudo feito pela Harvard Business Review, instituições com boas práticas de recursos humanos são, em média, 51% mais competitivas em relação às demais. Afinal, hoje é muito difícil se destacar no mercado sem usar sistemas modernos, ainda mais em tempos de pandemia. Por isso, 40% das organizações aumentaram o orçamento da categoria, de acordo com uma pesquisa elaborada pelo Grupo Selpe e a A3Data.

A Senior Sistemas, com matriz em Blumenau (SC), é reconhecida nacionalmente pela atuação no RH das companhias. Alvacir Reinaldo Schulze, gerente de TI  da Hering, companhia cliente da Senior, relata o primeiro passo e também desafio nesse contexto: entender as medidas estabelecidas pelo governo e quais reflexos teriam na operação. 

“Calcular os efeitos no orçamento e os impactos, nas diversas perspectivas da empresa, com as suspensões dos contratos de trabalho e também a redução de jornada e salários foram cruciais para estimar a dose certa de cada remédio para cada dor. Inicialmente algumas medidas do governo não estavam tão claras e mexiam com regras importantes na folha de pagamento e processos relacionados”, explica o profissional. Ele conta ainda sobre a criação de um comitê interdepartamental. O grupo se reuniu todas as manhãs, em daily meetings, para entender e tomar as decisões.

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