As mudanças experimentadas pela humanidade em períodos seguintes a crises sempre desafiaram o status quo anterior. Assim, geraram oportunidades para o surgimento de novas empresas e transformaram a sociedade em geral. Diante da pandemia do Covid-19 não seria diferente. Todos os setores, alguns de forma mais intensa, precisaram se reinventar para operar nessa recente realidade.

Compreensão do time

Em vista disso, notamos algumas transformações institucionais devido ao número maior de funcionários em home office. Com isso, a grande demanda por plataformas web meeting teve um aumento de 519%, de acordo com o Decode e Google Trends Brasil.

Esses são sinais das necessidades do pós-quarentena. Logo, muitas organizações precisaram repensar seus modelos de negócio, além da ampliação das operações digitais e atuação remota. Bem como, no ambiente interno, serão determinantes a reorganização de layouts e procedimentos para garantir maior segurança a colaboradores e clientes.

Nesse sentido, a gestão de pessoas tem se atentado às normas de Segurança e Saúde no Trabalho (SST). “Várias instituições já estão disponibilizando manuais e e-books de orientações para a retomada aos estabelecimentos. Dentre elas estão desde cuidado com o transporte público, checagem de temperatura na entrada do escritório e uso obrigatório de máscara. Além do distanciamento das posições laborais e eventual rodízio de operação presencial e a distância”, explica o professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Alexandre Nabil Ghobril.

Então, com a somatória desses fatores, houve um aumento de atividades no RH, dentre os direcionamentos, as adaptações de políticas pré-existentes e adequações às legislações trabalhistas. Tudo isso, buscando uma redução do impacto nas finanças e, também, o suporte aos líderes e às equipes.

Dessa forma, como “pano de fundo” das decisões organizacionais, a área de Recursos Humanos assumiu uma das missões mais difíceis: garantir a saúde física (relativo à ergonomia) e mental dos colaboradores a distância e no andamento da retomada. Ao mesmo tempo, lidar com as demissões ou as contratações, dependendo da performance do empreendimento. Afinal, a atenção com os colaboradores recém-admitidos devem ser redobradas.

Humanização é essencial nessa nova fase

Por isso, a área tem caprichado na comunicação e empatia. “Dentro do possível, é fundamental o público interno desenvolver suas rotinas de trabalho, sem exceder os horários. Também é importante ter acompanhamento, seja em alinhamentos diários ou ferramentas de compartilhamento de atividades. Assim, o RH trouxe o happy hour virtual para descontração do time e tem se mostrado um momento de conexão entre os pares e os líderes”, expõe a gerente de Recursos Humanos da Engineering, Angélica Assunção.

Portanto, “estruturas engessadas em modelos de gestão de comando e controle não têm mais espaço no mercado. No ‘novo normal’, os cooperadores necessitam de orientações a resultados e não a horários”, complementa a gerente. Ou seja, a humanização não pode e nem deve ser deixada de lado.

Logo, é essencial ter resiliência. O dirigente precisa ter ampla visão para conquistar também uma equipe resiliente e empática. Muito além de cobrar, é necessário ter a sensibilidade de entender as limitações de cada indivíduo. Afinal, são seres humanos.

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