Preocupações empresariais são infinitas em tempos de crise: contratos vencendo, ligações com fornecedores, clientes reduzindo o ritmo de compras, etc. Além de lidar com todos os problemas sem previsão, ainda se espera deles ter tempo para planejar e repensar os negócios. Nesse sentido, descrevemos pontos de alerta para todos os empreendedores ficarem atentos.

Existem diretrizes para ajudar 

Em vista disso, a ISO (International Organization for Standardization), Organização Internacional de Padronização, ressurge como um forte aliado a esse processo de reestruturação. Ela foi criada após a Segunda Guerra Mundial, ou seja, sabe como ninguém apontar o caminho para superar uma crise. Atualmente, são mais de 23 mil normas, cerca de 50 delas compõem o chamado Sistema de Gestão, específico para negócios.

Logo, a pandemia exigiu a reinvenção das corporações, pois as despreparadas para esse “novo normal” tendem a cair no limbo. Assim, o sócio-fundador da Palas, Alexandre Pierro, explica esse cenário dentro da consultoria de inovação: “com auditorias remotas, nós conseguimos garantir a implementação das normas seguindo tudo em conformidade com os padrões da ISO. Diretrizes sem a necessidade de validação do Inmetro como a de 31.000 (Gestão de Riscos) e a 56.002 (Gestão da Inovação), têm resultados extremamente positivos. Além do mais, são executadas com maior flexibilidade e agilidade, assim como o mercado precisa”.

Concentre-se às ISO’s

Segundo Pierro, as instituições devem pensar no protocolo como uma engrenagem, cada uma com sua função. Então, quanto mais ferramentas se têm, mais robusto o equipamento e melhor seu rendimento. Por isso, o sócio-fundador listou as essenciais para lidar com a pandemia. Veja:

Sistema de Gestão de Riscos (31.001): o fundamental nesse momento é saber onde está pisando. Como meus concorrentes estão se comportando? É hora de fazer investimentos? Como posso agir para meu negócio ter menos riscos? Logo, todas essas perguntas são cruciais para a sobrevivência de uma companhia nos próximos meses.

Saúde e Segurança Ocupacional (45.001): além de pensar em como oferecer produtos de maior qualidade para os seus clientes, é preciso oferecer um ambiente de trabalho seguro para seus colaboradores. Desde a consideração do Covid-19 como uma doença ocupacional, aumentou-se a ameaça de processos trabalhistas para as marcas.

Qualidade (ISO 9.001): essa talvez seja a conduta mais conhecida pelas empresas no Brasil. Assim, as apostas para esse cenário e, asseguradas pela ISO, é estabelecer um canal de comunicação com o consumidor para entender suas expectativas e necessidades.

Inovação (56.002): frente a uma pandemia, na qual as necessidades e comportamentos dos compradores mudaram, esse regulamento ajuda a criar novas oportunidades de mercado. Isso é, se adaptando ou criando estratégias completamente do zero.

Ambiental (14.001) e Energias (50001): diante de recursos cada vez mais escassos, é indispensável evitar o desperdício. Como resultado, é possível esperar redução de custos e maior ganho em sustentabilidade.

Além disso, “em indústrias antes já averiguadas por Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA), por conta de perigos provenientes de agentes físicos, químicos e biológicos, é preciso atenção aos órgãos governamentais competentes. Ressalto a regulamentação da Secretaria do Trabalho, pois expediu o Ofício Circular SEI nº 1088/2020/ME, determinando a implementação de medidas de prevenção do contágio do vírus”, alerta o professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Alexandre Nabil Ghobril.

Portanto, mantenha-se sempre atento e informado! Para isso, acompanhe nosso blog e as redes sociais, postamos conteúdos diários com diversos especialistas. Então, vamos nos adaptar a essa nova realidade juntos. Sua empresa está antenada a esse assunto?

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