Depois de passar horas na frente do computador trabalhando, é bastante comum as pessoas se levantarem para fazer a tradicional pausa para um café e encontrar colegas na área da cafeteria para colocar o assunto em dia, socializar e recarregar as energias. Com a pandemia de coronavírus, muitas empresas adotaram o regime de home office integralmente há cerca de três meses, mas não deixaram o isolamento provocar um distanciamento real das suas staffs.

Uma boa maneira de fugir da solidão

A Neurotech, por exemplo, investiu em uma série de projetos para garantir a proximidade dos times e alavancar a produtividade. Todas as quartas-feiras, às 14h, os colaboradores se reúnem virtualmente para a “pausa para o café”, de cerca de uma hora. No encontro, rola uma “roda” informal de conversa, guiada por um tema estabelecido na semana anterior pelos times.

Interações valiosas

David Ribeiro, gerente de desenvolvimento de sistemas, conta já terem realizado eventos com temas como alimentação saudável em tempos de Covid-19, atividades físicas em casa e concentração. “Esse intervalo é um momento de descontração, para conversarmos sobre assuntos relacionados à rotina e até ao nosso psicológico. Trazemos especialistas de fora, como psicólogos, quem atua com saúde, técnicos e até envolvemos nossos parceiros, pois contribuem com as palestras”, afirma Ribeiro.

Para a psicóloga Adriana Pinto, de Americana, promover uma boa conexão tanto a nível profissional, quanto pessoal, é fundamental para superar momentos de crise e evitar uma sensação de solidão. “Todas as medidas cabíveis devem ser tomadas para bloquear o desenvolvimento ou agravamento de quadros de ansiedade ou depressão”, alerta.

Por isso, ocupar a cabeça não apenas com os problemas, mas com atividades divertidas e descontraídas é fundamental. “Não adianta ficar martelando os desafios na cabeça sem dar ao seu cérebro um  descanso. Evitar a sobrecarga é vital”, explica a especialista.
                
Datas especiais não passam em branco

Até a tradição das festas de aniversário tem sido mantida na quarentena, com pequenos ajustes. “Enviamos um bolo para a casa do colega, para ele comemorar a data mesmo virtualmente. Tem sido uma experiência muito bacana, como maneira de expressar, mesmo distantes, como estamos todos juntos”, relata Adrian Arnaud, diretor da Neurotech.

Exercícios físicos também contam
                
Outra atividade coletiva é a ginástica laboral. Duas vezes por semana, às terças e quintas, os funcionários recebem vídeo aulas com os exercícios para fazer em casa. “Montamos um comitê especial para tratar da pandemia e criamos canais de comunicação para manter o contato constante”, explica Tereza Helena Cavalcanti, gerente de gente e gestão.                

Jogos on-line
                
Trazer mais ludicidade nesses períodos tensos também tem funcionado para aumentar o engajamento dos grupos. O diretor de operações, Jaime Pires Galvão Neto, agrupou os talentos em times e lançou um desafio por meio de um jogo digital. Dentro da plataforma, os squads ficaram encarregados de reduzir o número de chamados em aberto no sistema no prazo de 30 dias. Como resultado, redução de mais de 70% desse “backlogs” e engajamento de  todos os integrantes do time. “A gamificação é uma forma eficaz de motivação e de estímulo. Na plataforma do jogo, o empenho individual também fica visível e o profissional consegue enxergar de forma mais clara a relevância de suas contribuições para o negócio”, afirma Galvão.

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