Como conter a crise e preservar toda a cadeia de valor da sua empresa? De qual maneira é possível preparar a retomada e reconhecer as oportunidades com todos os envolvidos? Como desenvolver um mindset da liderança estratégica voltada a esse  “novo normal”? Em tempos de reuniões via chats e hangouts, os esforços dos líderes devem estar centrados nesses desafios.  

Para o gestor de RH, Felipe Cruz, conciliar os interesses e necessidades dos colaboradores e da chefia é crucial para a sobrevivência de qualquer empreendimento. “Se os desejos de todas as partes não conseguem se alinhar, a transformação estrutural é imprescindível. O mundo mudará bastante após a pandemia e todos devem estar preparados”, compartilha.

Segundo a psicóloga e consultora organizacional Léia Wessling, conselheiros de administração, CEOs e executivos precisam alinhar suas propostas. Autora do Livro Mindset - Liderança Estratégica, ela destaca os cinco elementos-chave para esse processo. Acompanhe!

I. Pipeline da liderança
                                                                                    
A amplitude de responsabilidades da gerência é sentida não só durante, como também após a crise. A coordenação de stakeholders é somada à de pessoas. “Assim, o espectro da chefia tende a sofrer um alargamento significativo, diminuindo o distanciamento com quem forma a rede de relacionamentos da empresa. Nessa nova realidade, todos vão para a mesa de reuniões mais frequentemente e os impactos sofridos por um são rapidamente sentidos e apoiados pelos demais”, alerta.   

II. Confiança 
                                                                                    
Os pronunciamentos e atitudes das lideranças empresariais passam por uma avaliação rápida de seus times, parceiros, consumidores e clientes. “Não há como proteger sua reputação, apenas viver a sua integridade. Propósito, valores e relevância se tornam ainda mais importantes”, diz a psicóloga.  

III. Intenção estratégica
                                                                                            
Os cenários incertos trazem dúvidas e novos questionamentos. “Processos de formulação e planejamento estratégico passam a se pautar na visão de seus acionistas. Chats, diálogos abertos e interferências externas devem ser incorporados”, orienta a especialista.

IV. Tomada de decisão
                                                                                               
As decisões centralizadas recebem cada vez menor credibilidade e confiança, até porque os espaços de participação estão se ampliando com grande velocidade. “Decisões privilegiando o “ganha-perde” serão identificadas e rejeitadas. As escolhas de direcionamento são continuamente revisitadas, não há constância, exceto a da reinvenção”.  

V. Metas e resultados
                                                                                              
Conquistas econômicas representam a sociedade e o meio-ambiente. “Se não for dessa maneira, o sistema entra em colapso. O mundo sistêmico, existente desde a origem do universo, vem pressionando as lideranças a fortalecerem suas conexões e compartilharem mais amplamente seus triunfos. Não se trata de escolher entre isso ou aquilo, mas de integrar os elementos para um benefício comum. Se um perde, todos perdem. O que estamos dispostos a ganhar juntos?”, destaca.

Nesse sentido, as soft skills são essenciais para lidar com os obstáculos de maneira assertiva. Conte sempre com o Nube!

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