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10 passos para as empresas sobreviverem à crise atual 

Notícia | 17/06/2020

Gabriela Vasconcelos

A realidade da pandemia provocou o fechamento de indústrias e comércios, além de diminuir a circulação de pessoas dispostas a comprar bens e serviços. Diante da redução de suas receitas, donos de empresas estão revisando seus planos financeiros e de gestão para se adaptarem à nova forma de viver.

Na visão de Richard Domingos, especialista em gestão de empresas, as instituições necessitam se estruturar imediatamente para esse momento ou terão muito mais chances de fechar as portas. "Ter planejamento e estratégias sempre é um diferencial, mas isso se evidencia ainda mais em períodos de crise como atual. Assim, se a companhia já projetou possíveis cenários para o futuro e estratégias, já deu um bom passo para sobrevivência. Caso ainda não tenha feito, ainda é tempo", avalia.

Dicas 

Domingos deixa algumas orientações para os empresários:

  1. Planejar cenários: fazê-lo com base nas perspectivas de faturamento para os próximos seis meses, buscando no mínimo três possibilidades para adequação. Desses, deve-se escolher o mais provável e seguir com as ações, medindo a cada dia e semana se o cenário previsto está sendo realizado e tomando ações a partir dessa medição. 
  2. Adequar processo produtivo e comercial: diante dos cenários levantados, promover o volume de produção para cada projeção ou cenário proposto (horas necessárias de mão de obra, matérias primas, mercadorias etc). Isso vale tanto para empresas industriais e comerciais como para prestadoras de serviços.
  3. Adequação dos custos e despesas para a realidade vivida: muitos contratos preveem multas ou prazos de aviso prévio, outros são essenciais ao processo produtivo. Deve-se entender quem são os fornecedores estratégicos, propor uma adequação momentânea de acordo com a nova realidade. Em vez de demitir funcionários sumariamente, pode-se alternativamente negociar a jornada de trabalho com redução de salário momentâneo, cancelar novas vagas ou não prorrogar contratos determinados. Tudo isso pode ser feito junto, além de queimar banco de horas e utilizar saldo de férias a serem gozadas.
  4. Formalizações a empregados e fornecedores: isso vale para uma repactuação de jornada de trabalho, passando por aditamento de contratos e rescisões contratuais. É fundamental deixar tudo bem detalhado para evitar processos futuros, reivindicando diferenças deixadas de serem pagas.
  5. Renegociação de dívidas: é indispensável adaptar as pendências e financiamentos, buscando períodos de carência, redução de juros e extensão nos prazos de pagamento.
  6. Preparar-se para mudança constante: é possível medir diariamente para onde estamos indo e as metas estabelecidas. Essa leitura deve permitir uma visão de onde se está e onde se quer chegar se as coisas continuarem como estão. 
  7. Administração do caixa: a cobrança vira uma área fundamental. As negociações têm de ser rápidas para cortar fornecimento imediato em determinados casos. 
  8. Transparência com todos os colaboradores: o empresário precisa ter um canal direto com todos os seus empregados para informá-los sobre os acontecimentos e expectativas nesse momento. Essa é uma missão de todos, portanto, é hora do RH agir com estratégia, baseado nas diretrizes montadas pela alta gestão.
  9. Produtos, mercadoria e serviço da ocasião: ter a sensibilidade do período e do produto fornecido e adequar-se às necessidades do mercado. Os produtos e serviços devem ser pensados e direcionados para linha de frente em época de crise.
  10. Controle: da operação, emocional etc. Com isso, a leitura do espaço de tempo fica mais fácil, permitindo repensar os caminhos a serem adotados a cada instante.

Adaptação

Algumas corporações foram rápidas neste quesito para evitar a paralisação do negócio, como a oficina Eco Automotive Bosch Service, localizada em Lorena (SP). Segundo a gestora e empresária Daniele Alves, a mudança vem ocorrendo semana a semana, de acordo com o surgimento de novas demandas e foi preciso manter a calma. 

"Quando tudo realmente veio à tona, o processo de reconhecimento da situação foi bem rápido" lembra ela. Daniele agiu em parceria com o sócio, Junior Alves, para articular alterações na equipe, vendo quem poderia entrar em férias ou seguir no regime de home office para evitar aglomeração. 

Todos saíram sabendo com as responsabilidades de cada área. “Depois, definimos as tarefas por setores. A parte técnica ficou encarregada de atender emergências, se necessário, mas seguindo todas as recomendações do Ministério da Saúde. Como já estava nos nossos planos capacitar a equipe com cursos e treinamentos on-line, adiantamos o processo, proporcionando mais conhecimento ao longo deste período. Já o time de BackOffice, composto pelo marketing, financeiro, RH, administrativo, continuou operando de casa”, explica. 

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