Qual a importância dos líderes conduzirem suas equipes de modo positivo frente à situação na qual estamos por conta da pandemia? Tudo mudou: desde os negócios até a maneira e local de trabalho. Nesse cenário, a orientação motivadora é um fator decisivo para o sucesso das corporações. 

Uma gerência ruim pode arruinar profissionais promissores, adoecer colaboradores, gerar elevado turn over e destruir times. Na liderança positiva, entretanto, os coordenadores vão na frente, apontam a direção, inspiram e estimulam coisas boas. Afinal, estão interessados no desenvolvimento dos funcionários.

Na visão de Laiz Grimaldi, analista de recrutamento e seleção na Hepta Tecnologia e Informática, em Brasília (DF), em um momento como esse, o incentivo é essencial. “Além de organizar e deixar claras as metas, o gestor pode comemorar as entregas feitas. Ainda, ao iniciar as reuniões, buscar saber como as pessoas estão, mantê-las informadas sobre as estratégias da empresa e compartilhar boas notícias”, orienta.  

Criando a liderança positiva

Para Heloísa Capelas, CEO do Centro Hoffman no Brasil, a forma mais rápida e duradoura de desenvolver a liderança positiva é por meio do autoconhecimento. O gestor deve primeiramente comandar a si mesmo com autoconsciência e, assim, consegue despertar no seu entorno o profundo senso de colaboração. 

“Ele quebra suas crenças limitantes, não tem medo de sair da zona de conforto ou de ser questionado, tem consciência de quem realmente é, desenvolve sua autoestima porque a autoliderança e a liderança estão atreladas a isso. Uma vez seguro de si, certamente será o verdadeiro líder inspirador. Sabe unir seus interesses aos do grupo, contribuindo para todos à sua volta se sentirem vencedores”, afirma Heloísa.

Autoliderança

A gerência própria requer o conhecimento acerca de seus pontos fortes e fracos. Para se notar, não basta simplesmente dizer: “ok, agora estou me observando”. É preciso ir além e identificar suas ações, as motivações delas e os resultados obtidos por meio de tais atitudes. 

É necessário exercitar a habilidade no dia a dia para ela ser incorporada. Com a competência fortalecida, as pessoas conseguem melhorar seus resultados individuais e, também, em equipe. Diretores com essa noção própria conseguem comandar, estimular e obter comprometimento a partir da fala positiva e da empatia. Eles obtêm mais confiança de seus geridos, constroem times mais unidos e, assim, colaboram para obter mais produtividade e engajamento com os objetivos da companhia.

Além disso, o dirigente autoconsciente conhece suas próprias qualidades e limitações. Então, ele também é capaz de compreender e respeitar as características individuais de cada um dos profissionais sob seu comando – afinal, se ele falha, o outro também o fará. 

Inteligência Emocional

Autoconhecimento e autoliderança são fomentadoras da Inteligência Emocional, a qual é e será a habilidade do líder do presente e do futuro. Ela é cada vez mais essencial nas companhias. “Há uma nova consciência nascendo, um novo entendimento: os profissionais só se tornam realmente engajados e comprometidos quando se sentem ouvidos, reconhecidos, valorizados; quando acreditam ser parte indispensável de uma engrenagem maior. Líderes autoritários tendem a gerar um cenário exatamente inverso a esse”, finaliza Heloísa.

Dicas

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