Corporações de diversos setores sofreram adaptações repentinas em seus negócios, como o trabalho remoto. Com isso, diante de resultados positivos, têm crescido também o número de instituições dispostas a assumir esse modelo quando a crise passar. Essa preocupação faz parte da sua empresa? Então, continue lendo e entenda melhor sobre o assunto!

Expectativas

Assim, espera-se crescer a adesão, em 30%, pós-coronavírus, conforme estudo do professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), André Miceli. É o caso da Pormade, indústria de portas com sede em União da Vitória, interior do Paraná. A empresa reviu alguns processos desde o início da pandemia. Logo, com algumas equipes atuando remotamente, já observa bons resultados e um futuro praticando mais atividades à distância.

O empreendimento já dispunha, por exemplo, de uma plataforma profissional contratada para realização de reuniões on-line. Contudo, não havia utilizado ainda a ferramenta em sua plenitude de funcionalidades.

Segundo o diretor de RH da Pormade, Rafael Jaworski, os times administrativo e comercial empenham-se para operar em casa desde a metade do mês de março. "Estamos dando suporte total aos colaboradores para desenvolvimento de suas tarefas. Ou seja, não só instrumentos e programas específicos, mas também equipamentos e treinamentos", explica. Assim, a produtividade remota da equipe tem sido medida por meio do CRM (gestão comercial).

Para o diretor, a crise direcionou o olhar para os recursos internos, identificando as melhorias e adaptações a fazer. “Quando tudo isso acabar estaremos prontos para remodelar algumas funções e, quem sabe, adotar o home office em muitas outras", destaca Jaworski.

A modalidade

Uma pesquisa recente, feita pela Harvard Business School e a Northeastern University, revelou aumento de 4,4% na entrega de funcionários em atuação remota. Em vista disso, a modalidade ainda viabiliza aos negócios a economia com encargos sociais, vantagens fiscais, produtos ou serviços melhores e com preço reduzido.

Além disso, a possibilidade de contar com trabalhadores em diferentes regiões eleva o poder global da companhia, expandindo seus horizontes. Isso, é uma medida mais econômica em relação a abertura de novas sedes. Por isso, uma melhor estratégia para a conquista de mercados entrantes.

Renovada relação com o trabalho

Já o diretor-presidente da Pormade, Claudio Zini evidencia outro ponto essencial da transformação digital: "iniciamos o investimento no e-commerce há dois anos, como forma de acompanhar a evolução tecnológica pela qual vivemos e utilizá-la a favor do nosso negócio. Logo, em uma situação como essa, sem precedentes, o nosso comércio virtual acabou se tornando um grande aliado para continuidade e até aumento das vendas".

Cerca de 70% da população brasileira tem acesso à Internet e volume acima da média global de 57%, segundo o relatório Digital 2019 da We Are Social e da Hootsuite. Como não evoluir também as interações de trabalho? Por isso, especialistas dizem ser o home based o futuro laboral.

Dessa forma, as organizações deverão buscar novas formas de atrair e reter os melhores profissionais. Tendo como base a exigência de habilidades fortes e bem desenvolvidas para o regime, como a empatia, colaboração, flexibilidade e inteligência emocional. Nesse sentido, o estudo da Society for Human Resources Management revela problemas com o recrutamento de talentos por 87% dos líderes empresariais. Ainda, 75% deles ressaltam a falta de competências nos candidatos.

Portanto, mantenha-se informado, pois grandes interesses apontam novos caminhos a seguir. Então, continue acompanhando nosso blog e as redes sociais. Publicamos conteúdos diariamente e contamos com a participação de vários especialistas. Assim, além de ficar atualizado, você se destaca em meio ao mundo corporativo. Conte com o Nube!

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