A situação atual de pandemia obriga muitas empresas a deixar os funcionários trabalharem em casa. Entretanto elas estão realmente convencidas sobre a viabilidade dessa solução para seus negócios e continuarão a dar a seus colaboradores essa oportunidade após a crise? Talvez agora seja a chance de mudar os padrões tradicionais de pensamento. Fique por dentro!

Na visão de Guilherme Santos, consultor de RH em Goiânia (GO), é preciso ter um perfil específico para exercer a modalidade. “Se for alguém desorganizado, terá mais dificuldade no início e pode não se adaptar. Contudo, todos têm capacidade de se desenvolver e ter um resultado positivo. Inclusive, muitas pessoas conseguem produzir mais e melhor atuando de casa”, explica. 

Mitos

Portanto, vale conhecer alguns mitos sobre o home office. Veja a lista do OTRS Group:

1) A infraestrutura de TI em casa não é boa. Não é seguro trabalhar lá, e os hackers podem ter mais facilidade para acessar os dados da corporação.

Esse ponto não precisa ser assim. Há algumas dicas a serem consideradas: o equipamento de TI no escritório doméstico deve estar sempre atualizado e os processos compatíveis com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) precisam ser seguidos. Isso também se aplica a todos os provedores de nuvem usados. Além disso, a troca de dados sempre deve ser criptografada. A proteção por senha, antivírus e criptografia são essenciais no escritório em casa, mesmo se as atividades foram realizadas em dispositivos privados.

2) Os muitos meios digitais de comunicação criam confusão e as pessoas perdem o foco.

De fato, existem vários sistemas de diálogo virtuais os quais aumentam o fluxo de informações. Porém, esse problema também existe no modo presencial. Aqui a comunicação direcionada ajuda. Em outras palavras, o canal deve ser cuidadosamente selecionado de acordo com a mensagem, grupo-alvo e urgência. 

Existem ainda soluções, como o OTRS, nas quais a comunicação pode ocorrer por e-mail, telefone, SMS, bate-papo ou mídia social. Assim, todos os fluxos de conversa fluem juntos e são agrupados em um único local para nada se perder e tudo ser rastreado.

3) Os funcionários estão mais distraídos e menos produtivos no formato caseiro.

De acordo com um estudo da Air Tasker, quem faz home office trabalha 1,4 vezes mais por mês em relação aos colegas. Também há mais paz e sossego em casa para se concentrar em questões complicadas. Além disso, o período perdido devido ao deslocamento é economizado. No entanto, o bom gerenciamento do tempo deve sempre ser uma prioridade.

4) Em casa, os empregados às vezes fazem outras coisas rapidamente e nem sempre estão no PC. Como a equipe pode saber quando seus pares estão disponíveis?

Existem várias ferramentas as quais mostram se um funcionário está disponível no momento. Os calendários podem ser compartilhados com outros times para uma melhor visão geral, a fim de encontrar horários de compromissos comuns mais rapidamente. As ferramentas de comunicação com uma função de bate-papo normalmente mostram o status on-line da pessoa.

5) Os funcionários não podem perguntar aos colegas algo rapidamente. A transferência de conhecimento está perdida.

Muitas plataformas possuem uma base de conhecimento na qual informações valiosas podem ser armazenadas como um artigo categorizado. Os colaboradores podem encontrar respostas para as perguntas mais frequentes - ou até postar uma contribuição útil para seus colegas. Se essa informação não for suficiente, a assistência especializada ainda pode ser solicitada digitalmente.

"Até recentemente, o conceito de trabalhar remotamente era repetidamente questionado. Agora as companhias são quase forçadas a permitir a modalidade. Esta é uma oportunidade para repensar processos e procedimentos e revisar o status da transformação digital", ressalta Sabine Riedel, membro do conselho da OTRS AG e especialista em transformação digital. 

Ela ainda destaca a importância da inovação em momentos como o de pandemia. "Em uma situação de crise, podemos ver rapidamente quais empresas já implementaram a transformação digital e são capazes de atuar de maneira ágil. Para todas as outras, agora há uma chance de fazer mudanças a longo prazo para poder reagir melhor a imprevistos", finaliza.

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