Em uma empresa, o papel da liderança é fundamental, especialmente em tempos de crise. Afinal, diversos aspectos do negócio devem estar alinhados ao objetivo, a fim de se obter sucesso. Essa ação precisa ser direcionada por gestores habilitados. Por isso, veja as dicas sobre como se tornar um bom dirigente.

Os gerentes são o ponto de equilíbrio, as peças-chave para fazer a diferença e alcançar metas. Assim, a expertise para dialogar com diferentes personalidades, bem como a capacidade de se colocar no lugar do outro, são características indispensáveis para quem ocupa o cargo.

Na visão de Lisandra Tillvitz, gestora de RH em Brasília (DF), a inteligência emocional é a principal aptidão de um gestor ideal, especialmente no atual momento, pois é uma competência base para as demais. “Com esse equilíbrio das emoções, ele conseguirá trabalhar com maior assertividade as habilidades de feedbacks/feedfowards, empatia e tomada de decisões. Terá ainda uma visão sistêmica mais aguçada,desenvolvendo e transformando pessoas em seres humanos melhores”, afirma. 

Aperfeiçoando as habilidades

O aprimoramento está diretamente ligado ao colocar a mão na massa. “Ou seja, envolver-se junto à equipe, trabalhando ferramentas de comunicação assertiva, fazer junto e se aprofundar na atividade, melhorando cada vez mais todas as capacidades de gestão. Além disso, abrindo a mente para absorver novas práticas e ter mais compreensão com o outro. Bem como refinar-se em workshops, grupos de estudos ou encontros com profissionais da área, trocando experiências de boas práticas”, finaliza Lisandra. 

Orientações para os líderes

Para o diretor da Farmacas, Paulo Roberto da Costa, hoje muitos se apressam em quererem exercer imediatamente a função. “Nesse momento, já ocorre um primeiro erro: um orientador não é imposto ele conquista seu espaço junto aos liderados. Por isso, no mercado existem muitos chefes e poucos líderes”, afirma.

Ele deixa sete orientações para quem deseja se tornar um bom guia:

  1. Paixão: ao vê-lo realmente realizar suas ações com prazer, os geridos acreditarão no projeto. Se isso não ocorre, não haverá inspiração e entusiasmo.
  2. Não pense apenas na popularidade: muitos profissionais podem confundir os papéis de amizade e direção. Na verdade, o gestor deve ser um guia com quem todos querem caminhar junto. É especialmente nas dificuldades quando ele se destaca, mostrando os caminhos certos a serem seguidos.
  3. Sinceridade e ética: são essenciais. É fundamental ser um profissional em quem as pessoas confiem. Também é relevante demonstrar maturidade, com base em experiências passadas e teóricas, pois a busca pela melhoria e reciclagem deve ser contínua.
  4. Busque sempre se aprimorar: ninguém sabe tudo e todos possuem muito a aprender. É preciso ouvir a equipe e ter uma troca saudável de ideias.
  5. Estar à frente é, muitas vezes, não ter medo de arriscar: tenha audácia e posicionamento de opinião. Também é preciso assumir responsabilidade e culpas.
  6. Autoconhecimento e autocontrole são fundamentais: se deve saber os próprios limites e a hora de se retirar para não prejudicar o projeto. Um problema das gerências pode ser o ego, levando a uma perda de controle. É preciso estar pronto para mudar de rota sem perder o foco, conduzindo sua equipe nas mudanças do mercado.
  7. Uma boa comunicação é fundamental: um dos grandes erros dos "chefes" é não deixar claro para o time os caminhos tomados. É preciso saber se posicionar, fazer reuniões e convencer.

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