A área de RH atua hoje em linha com a transformação digital inevitável promovida pela tecnologia, com  sistemas ainda mais elaborados para encantar os melhores talentos do mercado. Essa realidade envolve uma experiência completa, desde a comunicação da marca, até anúncios de oportunidades e toda a fase de triagem e seleção, além dos processos de onboarding, ongoing e offboarding.

Para o head de recursos humanos da Senior, Ricardo Kremer, enquanto a empresa vende produtos e serviços, o RH atua para apresentar como é a vida corporativa. “Por isso, a questão da vivência do colaborador tem ganhado cada dia mais valor nas organizações. É preciso cuidar de como esses profissionais enxergam esse relacionamento com as companhias. A área de pessoas tem atuado de forma inteligente e estratégica neste sentido, com o apoio da inovação”, explica.

Pesquisa

De acordo com estudo feito com mais de 250 instituições apontado por Jacob Morgan no livro “The employee experience advantage”, entidades as quais investem no tema superam as demais e são quatro vezes mais lucrativas. As aplicações contribuem também com outros ganhos, como aumento de 40% no engajamento dos empregados, crescimento de 18% da satisfação dos usuários e redução de 14% do turnover.

“Vivemos tempos de mudança, pois a visão sobre carreira também é diferente de anos atrás”, afirma Kremer. Segundo ele, não temos somente um caminho linear de crescimento em cargos e salários, mas sim uma nova era de prodígios em constante aprendizagem, os quais querem crescer e ser protagonista. “Para isso, eles vão buscar alternativas, seja dentro dos nossos empreendimentos ou fora. Logo, avaliações quanto ao clima e qualidade de vida são parâmetros decisivos na hora de escolher uma corporação para se trabalhar”, completa.

Análise

Para realizar com eficiência e assertividade todo esse novo processo, os RHs contam com métricas para facilitar a comunicação entre a instituição e todo o time. Uma conveniência capaz de gerar autonomia, viabilizar transparência de informações e abrir um canal de comunicação mais prático e viável na rotina.

“Uma análise bem atenta é necessária, observando principalmente como os trabalhadores compreendem o negócio. Todos têm uma visão ideal e outra real. Quando estas noções apresentam enormes distâncias, os choques e a desmotivação em realizar as tarefas e dar o melhor de si aparecem”, explica Mariza Baumbach, analista comportamental e especialista em carreiras, do Rio de Janeiro (RJ).

A experiência não acaba ao fim do contrato

Kremer destaca ainda: o desligamento de um funcionário não é o fim de um relacionamento, mas uma fase tão importante como as outras. “Quantos profissionais você gostaria de ter de volta em seu time? Se esse relacionamento não foi bom ou se pisamos na bola no momento do desligamento, essa possibilidade se torna totalmente inviável. Além disso, qual mensagem esse ex-integrante está comunicando a respeito da experiência passada conosco? Essa preocupação com o próximo e com toda a reputação da nossa instituição é algo muito mais presente nos dias de hoje e precisa ser levada com muita seriedade”, finaliza Kremer.

Assim, a comunicação é um pilar fundamental do relacionamento corporativo. É preciso ouvir de maneira ativa e de fato admitir falhas, bem como ter disposição para mudá-las. Essa atitude deve ser de todos, mas especialmente do gestor, pois ele é exemplo para os demais. Esse é um ponto essencial da experiência do colaborador. Saiba compreender a equipe e tenha sucesso!

Estamos no Linkedin com mais dicas e matérias focadas para gestores.

Se você tiver dúvidas sobre a contratação de estagiários e aprendizes, solicite um contato da nossa equipe.

Interessado em aprender mais? O Nube também oferece cursos on-line voltados para a qualificação profissional de gestores, estagiários e aprendizes.

Compartilhe