O universo organizacional tem enfrentado as crises provocadas pelo Covid-19 de várias maneiras. Uma das soluções para evitar a propagação do vírus, manter a saúde a qualidade de vida dos colaboradores foi a implementação em larga escala do home office, ou trabalho remoto. Assim, estagiários, aprendizes e funcionários têm se mobilizado para entregar suas tarefas de casa. Entretanto, como é possível render?

Bem-estar social
De acordo com Gabriel Tosto, head de canais e vendas da TeamViewer América Latina, a utilização desse recurso vai além de uma maneira de monitorar e fazer negócios, pois é uma questão de saúde pública. “Ainda assim, o mercado deverá assimilar de vez e tornar realidade, mesmo após o fim da pandemia, programas para possibilitar a prática entre 60% a 80% do tempo semanal de equipes. Afinal, na era da conectividade e transformação digital, não há porque não usufruir da rapidez e da facilidade de realizar processos, reuniões e negócios de forma remota. Isso dá aos colaboradores a flexibilidade e a liberdade de atuar fora de escritórios e espaços confinados, a qualquer hora e de qualquer lugar do planeta”, explica.

Nos Estados Unidos, por exemplo, estatísticas de 2019 divulgadas pela FlexJobs revelaram: entre 2005 e 2017, houve um aumento de 159% de profissionais fazendo entregas remotamente. “Os norte-americanos já descobriram a vantagem de oferecer essa opção para atrair e manter novos talentos. Na verdade, a modalidade laboral tradicional, do modo como é constituída hoje, passa por uma grande evolução em sua estrutura, dando espaço às novas alternativas como agentes transformadores da realidade corporativa”, comenta.
O fim dos espaços físicos das companhias?

O especialista garante: “não se trata do fim de escritórios, sedes corporativas e importantes reuniões face-to-face com consumidores, times e investidores. Trata-se de fornecer ao prestador de serviços uma nova forma de cumprir metas e até mesmo horários sem precisar se deslocar, podendo desenvolver tranquilamente suas incumbências de seu lar ou em um coworking”, afirma.

Benefícios da modalidade
Antes mesmo do coronavírus, pesquisas mundiais já eram enfáticas em relação ao crescimento exponencial do home office em todo o globo. “Os benefícios são claros. Aumento nos índices de rendimento com salto significativo nos coeficientes de produtividade, redução de estresse e de turnover, além dos custos para as instituições e trabalhadores”, defende Tosto.

Para a estagiária de direito de Brasília, Larissa Freitas, essa medida pode ajudar a salvar vidas no momento atual. “A quarentena precisa ser preservada, porque se o contágio for maior, não conseguiremos controlar”, comenta.

Dados significativos
De acordo com um estudo realizado pela Global Reward Solutions, quase 9 em cada 10 colaboradores praticantes desse estilo sentem-se mais conectados quando fazem reuniões utilizando recursos de videoconferência. “Para uma política de implementação de sucesso, porém, é necessário mudar os paradigmas de liderança e mentalidade corporativa. Nesse sentido, alguns quesitos são fundamentais, como estipular metas claras, ter de duas a três reuniões de 30 minutos por semana com as staffs e manter tópicos de discussão em grupo para preservar a transparência. A confiança entre os grupos também ganha novos contornos, passando a ser primordial nas relações interpessoais”, constata Tosto.

Portanto, promova soluções em sua gerência para preservar a saúde de seus liderados! Conte sempre com o Nube.

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