Profissionais de qualidade, preparados, motivados e alinhados com a empresa, dedicados à conquista de resultados: um sonho de muitos empreendedores Esse tipo de capital humano, base fundamental para o sucesso de organizações, só é obtido com a consolidação e expansão no mercado, ou seja, não é resultado da sorte.

Investir nos times

O setor de Treinamento & Desenvolvimento (T&D) dos colaboradores é o laboratório de talentos de uma corporação, mas também apresenta inúmeros desafios e também tem suas dores. Para capacitar e extrair o máximo potencial de todos, quem atua nessa área precisa se adaptar constantemente às mudanças na tecnologia e na gestão de gente. No dia a dia, a falta de tempo, de recursos e estrutura adequada são alguns dos obstáculos para criar programas, além da dificuldade em gerir resultados e comprovar sua eficácia. Os três maiores empecilhos são listados a seguir.

Transferência da teoria para a prática

Quase 85% do nosso aprendizado não é aplicado. Então, sob o ponto de vista da companhia, a dificuldade é a transferência do conhecimento para o cotidiano, afinal, isso vai justificar os investimentos feitos. É a pressão por resultados. Muitos dos cursos e workshops oferecidos não são focados na vida real dos participantes. Para eliminar essa dor é preciso conectar o desenvolvimento de habilidades com quem se envolve, colocando os talentos no centro de todo o processo e com os escopos do negócio.

Tempo

Quando o colaborador se ausenta de seu posto por cinco dias para uma capacitação, gera, em um primeiro momento, um certo tipo de “perda” para a contratante, seja na sobrecarga de outros colegas ou no atraso de determinadas tarefas. Em contrapartida, se ele não for orientado, perde a oportunidade de trazer melhorias reais para o empreendimento. Saber equilibrar essa equação é também um dos grandes desafios atuais do T&D, pois todo tipo de projeto desse ramo deve trazer rendimentos para serem convertidos em ganhos em algum momento.

Custos

Outro dilema enfrentado é chegar a um equilíbrio para envolver os talentos sem aumentar as despesas da organização, para o aprimoramento ser contínuo e viável dentro de uma relação custo x benefício. Por isso, os treinos “in company”, customizados seguindo as necessidades de cada instituição, estão se tornando cada vez mais importantes.

Segundo Flora Alves, CLO da SG Aprendizagem Corporativa, para tudo funcionar de maneira plena nesse quesito, é preciso sempre pensar em quem aprende, ou seja, nas pessoas para quem uma solução é desenhada. “Para eliminar as dores, é vital conectar a preparação com a staff, colocando-a no centro de todo o processo e com os objetivos do negócio”.
                
Para isso, um diagnóstico consistente para avaliar cuidadosamente todos os setores, a performance esperada de um determinado grupo, a entrega atual, o impacto do desempenho dessas pessoas na missão da empresa e também o nicho de atuação é primordial. “Uma boa descrição assegura treinamentos somente quando necessários, valorizando a rotina de todos e focando nas reais demandas do coletivo”, finaliza.

Para o consultor de RH, Flávio Pires, não apenas as atividades serão entregues com maior precisão e qualidade, como também, o clima organizacional melhora quando a gestão se preocupa com esse tema. “Cria-se um clima de engajamento, pois os contratados veem aquilo como um voto de confiança da entidade para aprimorar capacidades e crescer profissionalmente”, comenta.

Assim, se atente ao assunto e promova cada vez mais a alta performance em sua liderança! Conte sempre com o Nube.

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