Como você considera seu nível de inglês? Essa pergunta foi feita pelo Nube a jovens de todo o país para testar como eles definem suas próprias habilidades. Com mais de 9 mil respondentes, quase metade deles afirmam saber o básico, enquanto outros 17% negam possuir qualquer tipo de aprendizado nesse sentido. Portanto, para evitar estar atrasado para essa demanda das companhias, é preciso se atentar.

Crise

Para Raphael Ruiz, professor, idealizador e CEO da Beils, ter esse conhecimento no Curriculum Vitae (CV) já é um dever coletivo. “Essa afirmação remete muito ao momento vivido atualmente no país. Antigamente, ter acesso a um segundo idioma era sinônimo de riqueza. Logo, apenas as famílias com alta renda tinham esse privilégio, além de frequentar as melhores escolas e cursos. Porém, com o passar dos anos, a instabilidade política e econômica do Brasil, um novo cenário tem mudado as perspectivas”, comenta.

Competição

O desemprego atualmente aflige a vida de 11,6% da população, atingindo 12,4 milhões de pessoas, segundo o IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Esses números são alarmantes e retratam a realidade. Porém, para alavancar a carreira é preciso dedicação e paciência para conseguir aprender. “Observamos os profissionais do mundo todo investindo em cursos, presenciais ou on-line, para dar um upgrade no CV e conquistar novas oportunidades”, orienta.

Alerta aos mais novos

Se para os adultos já está difícil conseguir evoluir na trajetória pelo universo empresarial, as gerações mais recentes devem se policiar e buscar alternativas para mudar essas estatísticas. “A língua não é mais um diferencial e sim uma obrigatoriedade na vida de todos. Ou seja, esse é um fator muito importante, independentemente da idade, mas nossa base no conhecimento é falha. Como conseguimos melhorar?”, pondera o especialista.

Compreender a importância do tema é o primeiro passo. Por isso, pense sempre no universo de chances adjunto do estudo e aprimoramento. “Tenha segurança, nunca pare de procurar melhorias e expanda exponencialmente seus horizontes. Possuímos potencial para progredir e ajudar a melhorar o estudo no país”, constata.

Outros cuidados

Embora esse aspecto seja importante, é fundamental não esquecer do português. Afinal, segundo um levantamento do Nube, cerca de 50% dos candidatos são reprovados em processos seletivos por conta de deslizes gramaticais.

Silvia Pereira estuda relações internacionais na Estácio, no Rio de Janeiro, e já atua na área por meio do estágio. Para ela, principalmente em sua profissão, é primordial saber se comunicar com diferentes nações. “Não posso me limitar a países como Estados Unidos e Inglaterra. Preciso conhecer o francês, o espanhol e por aí vai”, conclui.

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