No segmento dos recursos humanos, quase ⅓ das corporações já têm como pauta a inovação, embora não haja nenhuma ação prática efetiva. Isso foi constatado pelo Liga Insights em parceria com a Gupy, em um estudo divulgado. Logo, entender a relevância do tema é essencial para garantir a assertividade desse setor para os próximos anos.

Dificuldades

O mesmo levantamento apontou: cerca de 35% das companhias têm dificuldades em implantar mudanças em todas as áreas do negócio. Portanto, a pesquisa revela uma barreira nas organizações para a modernização. Afinal, 49% das entidades com mais de 10 mil colaboradores afirmam ter a inovação como estratégia de negócio, entretanto, nem todos os nichos conseguem aplicar isso, de fato. Em instituições menores, com até 50 indivíduos, o número cai para 24%. Entretanto, 20% das entrevistas dizem adotar esse tema como hábito.

Solucionar problemas

Para Raphael Augusto, diretor de inteligência do Liga Insights, “as novidades para o setor de gestão de talentos têm o propósito não só de solucionar problemas estruturais e operacionais, mas também de serem ferramentas para reinventar processos. O objetivo é dar espaço para o RH ser ainda mais ativo na estratégia das empresas". O especialista afirma ser necessário dar ao setor mais autonomia para trazer tecnologias à realidade corporativa. “O processo de transformação digital precisa evoluir de ações pontuais e de impacto restrito para um costume com recorrência e profundidade, principalmente quando falamos em grandes companhias. No entanto, também é vital dar esse espaço para aplicar as renovações”, analisa.

Transformação de mindset

Já Mariana Dias, CEO da Gupy, vê o momento atual desse ramo como essencial para a transformação do mindset de gestores. “Se antes essa área permanecia alheia às mudanças, hoje, é praticamente uma obrigação dos empreendimentos abrirem suas portas para novas práticas. Encontrar os talentos certos é um grande desafio com a concorrência no mercado e, para isso, é fundamental a firma proporcionar uma boa experiência ao candidato, desde o primeiro contato.  Unir o lado humano com as tecnologias existentes como, por exemplo, a Inteligência Artificial no recrutamento, é uma das saídas”, explica.


Logo, veja a lista das 5 áreas com prioridade para serem revistas, conforme a mesma pesquisa.

I. Avaliação de performance (52%)
II. Engajamento de colaboradores (49%)
III. Recrutamento e Seleção (42%)
IV. People Analytics (41%)
V. Cursos e Treinamentos (39%)

Melissa Tavares estuda psicologia na Universidade Presbiteriana Mackenzie, em Campinas e conta estar animada para atuar nas companhias. “Minha geração nasceu praticamente junta da informática e, por isso, podemos acrescentar diversos pontos para o mercado de RH”, comenta.

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