Um dos problemas mais corriqueiros da vida dos brasileiros está relacionado à gestão de suas economias. Em momentos de crise, então, esse cenário é ainda mais negativo. Afinal, de acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, a porcentagem de indivíduos endividados no país chegou a 65,1%. Logo, para não fazer parte dessa estatística, fique atento!

Primeiro passo: liste suas despesas

De acordo com o especialista em finanças Henrique Andrade, a principal ação a fim de evitar o saldo negativo ao final do mês é ter bem claro quais são suas contas intransferíveis e gastos dos quais não se pode escapar. “Neste grupo, você inclui despesas como conta de água, luz e alimentação”, comenta.

A partir disso, ficará mais fácil verificar quais gastos podem ser postergados para outro momento e quanto da sua renda terá livre para gastar no mês. “O grande problema da população em geral está justamente nesse começo: você até possui certa noção de quanto cada coisa irá custar, mas acaba extrapolando, pois não tem um acompanhamento efetivo de suas entradas e saídas”, alerta.

Segundo passo: estipule metas

Tendo em mente quais são os boletos dos quais não se pode fugir, é hora de entender quanto destinar para a poupança. “É preciso sempre ter uma quantia guardada e, de preferência, rendendo em um banco, justamente para você não ficar desamparado em momentos de necessidade”, orienta Andrade.

Ainda de acordo com o especialista, a maioria dos brasileiros não consegue poupar. Isso é comprovado por meio de estudos. Até porque, de acordo com o SPC Brasil, 67% dos tupiniquins não têm qualquer tipo de reserva.

Terceiro passo: outros gastos

O lazer e diferentes tipos de aplicações ficam em terceiro lugar. “Em momento algum é aconselhável esquecer da diversão. Entretanto, é preciso se organizar para não acabar extrapolando nessa parte, onde muitos deslizam”, explica.

Os mais novos se preocupam com isso?

Para entender o comportamento dos jovens sobre esse assunto, o Nube fez uma pesquisa e perguntou: “o que você faz com seu dinheiro?”. Com quase 11 mil participantes, as opções mais escolhidas, com, respectivamente, 38% e 33% dos votos, foram “faço aplicações para ter segurança no futuro” e “poupo uma pequena parte, mas dura pouco”. “Se isso se aplica de fato na realidade, o futuro dessas pessoas e até mesmo do país são promissores”, comenta o especialista.

No estágio

Danilo Vieira estuda jornalismo na Pontifícia Universidade Católica de Campinas e já atua na área por meio de oportunidades de estágio. Por isso, ele conta como tenta se policiar para não ficar com seu extrato bancário no vermelho. “Essa é minha primeira experiência lidando com minha própria renda e foi bem difícil, principalmente no começo, entender qual era a minha receita e adequar meu estilo de vida a ela. Ajudou muito ter montado uma planilha porque, a partir disso, fiquei menos preocupado”, relata.

Portanto, se você tem dificuldades acerca desse assunto, siga essas orientações e aplique-as em sua vida. Se quiser saber mais, veja esta matéria! O Nube torce por seu sucesso!

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