Impulsionados pela evolução tecnológica, as ocupações vêm mudando a todo momento, nos mais diferentes setores e em grande velocidade. Inteligência artificial, Big Data, Internet das Coisas... tudo isso reflete no surgimento de novas profissões e no desaparecimento de outras. Para se manter nesse ambiente de transformação constante, é necessário pensar além da formação acadêmica tradicional.

De acordo com Tania Fontolan, diretora do Programa Semente, a qualificação para assumir e gerenciar os postos tem se dado não só com capacitação básica, mas principalmente com o domínio das emoções. “Se, de um lado, a competência técnica se mostra eficaz com atualização constante, por outro, o desenvolvimento de habilidades sociais contribuem para o profissional saber resistir a pressões, negociar conflitos e, inclusive, estar aberto a mudanças”, pontua.

Assim, para a especialista, se o indivíduo aprende como resolver um problema, certamente, terá em sua bagagem muitas estratégias. “Em tempo de novas tecnologias, diferenciamo-nos no mercado de trabalho pelas questões, as quais nos tornam essencialmente humanos”, considera Tania. Contudo, a boa notícia é: as características socioemocionais podem ser aprendidas por pessoas em qualquer idade. “Autoconhecimento, autocontrole, empatia e decisões responsáveis são domínios de profissionais mais preparados para os desafios do século XXI”, aponta.

Com isso, o investimento do mundo corporativo nesse tipo de formação é uma maneira de preservar o capital humano. Para a especialista, a intenção não deve ser substituir pessoas, mas qualificar a equipe para unir experiência e capacidade de lidar com os novos desafios e transformações no meio organizacional. 

Dentre esses diferenciais, se destacam as famosas softs skills. Temos uma lista delas:

- Comunicação interpessoal;

- Persuasão;

- Proatividade;

- Resiliência; 

- Resolução de Conflitos;

- Liderança; 

- Confiança;

- Criatividade;

- Inteligência Emocional. 

Esse último por sua vez, é determinante para enfrentar ocasiões de alta pressão. Maria Vitória Rabelo Soares, estudante de administração, na Universidade Federal do Paraná, já estagia na área em Curitiba. Para a jovem, já faz parte de sua rotina ler artigos, assistir a vídeos e participar de palestras para entender mais sobre o assunto. “Sou uma pessoa bem ansiosa, mas estou em um processo de melhoria. O estresse , não é um grande problema, pois aprendi um exercício de racionalizar para diferenciar meus sentimentos, dos meus pensamentos e das minhas ações. Consigo me tranquilizar e manter o controle da situação dessa forma. 

Quer saber mais sobre o assunto? Veja esta matéria: O que são as soft skills?

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