Nos últimos anos, observamos um período de transição, no qual vemos uma profunda transformação nas relações com o mundo, com as pessoas e conosco. Cada indivíduo, em meio a isso, busca entender a si próprio e lidar com as diferenças existentes entre pessoas, mas também ideias. 

Segundo Vivian Wolff, coach de vida e carreira pelo Integrated Coaching Institute (ICI), nas organizações, os tempos parecem ainda mais desafiadores. “Um ambiente de incertezas, ambiguidade e complexidade, no qual lidamos com um alto nível de estresse cotidiano, estamos em um busca frenética pelo atingimento de mais resultados no menor tempo possível”, considera.

Ainda de acordo com a especialista, esse cenário contribui imensamente para uma incapacidade de relacionamentos conectados e autênticos, intensificado pelo hipnose da tecnologia. Assim, nessa emergência, não parece haver mais o tempo para o diálogo, reflexão e empatia. “Nos perdemos em nossos sentimentos, nas expectativas, nos julgamentos, nas necessidades, percepções e ações. Tudo é muito rápido, com distanciamento, individualismo, superficialidade nas relações e ilusão de que somos separados uns dos outros”, evidencia.

Em meio a isso, é natural haver embates. Para Vivian, eles podem reproduzir experiências desagradáveis, mas também positivas. “Os aspectos negativos tomam corpo efetivamente quando o espírito da competição supera o da cooperação, transformando os personagens do conflito em adversários e inimigos”, explica. Entretanto, para a coach, também é possível experimentar essa situação como uma vivência transformadora, na qual convertemos algo ruim em uma oportunidade. 

O conflito gerando oportunidades nas organizações

A abordagem mais afirmativa oportuniza diálogos abertos e convida a decisões compartilhadas e inclusivas. Uma cultura com essa metodologia e visão promove relações de confiança e maturidade. Contudo, é preciso esforço. Para o economista Friedrich Glasl, em uma de suas obras, somente quando as pessoas forem hábeis em conflitos, conseguirão trabalhar construtivamente com diferenças, atritos e tensões. 

Maria Gabriela Souza Rangel cursa engenharia na Universidade Federal Rural de Pernambuco e já estagia na área. A jovem, em situações conflituosas, procura olhar o lado do outro e analisar se os seus pensamentos tem potencial de mudança. “As diferenças somam muito na criação de ideias e em melhorias. Além disso, alimentam o respeito no ambiente. É uma faca de dois gumes, ajudam quando são bem administrados e atrapalham quando ficam acima de qualquer decisão democrática e racional”, conta. 

Portanto, é fundamental nos permitirmos compreender pontos de vista distintos, transformando um ambiente, antes desmotivador, em um local recheado de aprendizado e oportuno para o crescimento de todos. Veja mais sobre o assunto em nossa matéria: Conflitos! Resolver ou administrar?

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