A busca por avaliações assertivas sobre o desempenho é algo cada vez mais presente nos profissionais no mercado de trabalho. Portanto, cabe a todo líder, independentemente da área de atuação, saber como comunicar a performance de cada colaborador de modo preciso e assertivo. Afinal, comunicação é tudo!

Como estou me saindo?

Levantamentos recentes apontam uma tendência grande de indivíduos demandando feedbacks de seus supervisores. Segundo um artigo intitulado “Feedback as an Individual Resource”, promovido na Universidade Northwestern, obter esse tipo de retorno ajuda a saber como o nosso comportamento pode atrapalhar ou ajudar a atingir objetivos e também descobrir o modo como os resultados estão sendo tabulados.
Já outro estudo realizado pela Zenger, 72% das pessoas teriam melhores entregas caso seus chefes aplicassem avaliações corretivas.
Diálogo mostra preocupação genuína

Outra pesquisa da Officevibe aponta como esse tipo de conversa pode mudar cenários negativos dentro das companhias. No projeto “estatísticas da importância em dar feedback para funcionários”, 39% dos colaboradores não se sentem plenamente valorizados no ambiente corporativo. Portanto, um dos modos de reverter isso, é mostrando preocupação genuína com o aprimoramento, evolução e satisfação de cada um da equipe.

Quem defende isso é a master coach Laís Tavares. Para ela, hoje, é impossível deixar de lado a felicidade como secundária no contexto organizacional. “Precisamos sentir um bem-estar ao ir trabalhar diariamente, caso contrário, as entregas serão piores e, possivelmente, mais demoradas”, alerta.

Redução de rotatividade

Ainda conforme a especialista, o gestor quando se preocupa com esse tema tende a ter maior assertividade na performance e pode, inclusive, reduzir a rotatividade de seu time. “Ter uma staff instável e não possuir a capacidade de reter talentos pode acarretar em diversos problemas para a instituição como um todo”, comenta.

E como ficam os estagiários?

Para Laís, com o grupo de talentos menos experientes, o cuidado e a disposição devem ser redobrados. “Quem entra no mercado agora não conhece com totalidade todas as suas capacidades, gostos e interesses. Portanto, a conversa nessa hora precisa ser mais flexível, menos dura, mas honesta e aberta”, diz.

Raíssa Gimenez concorda com essa visão. Ela estuda marketing na Esamc, em Campinas e estagia na área. Para ela, ter o apoio de seu supervisor é primordial para facilitar seu desenvolvimento. “Como vou saber se estou fazendo algo errado se não me comunicam isso? Valorizo muito a empresa onde atuo porque, aqui, até os meus colegas são abertos e me orientam para fazer minhas tarefas direito”, relata.

Portanto, criar essa cultura na organização é crucial. Conte sempre com o Nube!

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