Segundo o IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a taxa de desemprego geral está em 11,8%. Contudo, ao se fazer um recorte de cor, nota-se significativo desequilíbrio, pois para brancos, o índice é de 9,5%, enquanto para negros, de 14,8%. Assim, é preciso buscar mudanças capazes de transformar essa realidade.

O Brasil tem um passado escravocrata recente em termos de história, o qual ainda possui consequências atualmente, traduzidas em dados de desigualdade racial. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio - Pnad, dos 12,8 milhões de desempregados, 8,2 milhões são pretos e pardos. Ou seja, a cada três pessoas sem ocupação formal, dois são negros.

Na visão da supervisora comercial do Nube, Kelly Querido, mesmo com os números alarmantes, poucos empregadores têm ações ou movimentos para mudar o cenário. “O jovem negro precisa desse apoio, pois embora a população negra tenha crescido dentro das universidades, o indicador de aproveitamento e chances nas companhias ainda é baixíssimo”, afirma.

Diante da situação, é necessária a conscientização de todos os setores envolvidos na empregabilidade a fim de garantir a inserção dessa parcela dos cidadãos no mercado. Por isso, organizações, agentes de integração, prestadores de serviços de RH e empresários em geral devem promover cada vez mais a pluralidade em suas ações. 

Parceria com MPT

Tendo isso em vista, o Nube assinou, no dia 21 de outubro de 2019, um pacto com o Ministério Público do Trabalho (MPT) pela inclusão de jovens negras e negros no mercado. O documento foi firmado junto à Coordenadoria Regional de Promoção de Igualdade de Oportunidades e Eliminação da Discriminação no Trabalho (Coordigualdade). Para ter acesso ao conteúdo completo, clique aqui. Conheça também a nota técnica do MPT sobre a justificativa legal da inclusão de negras e negros.

Na ocasião, a procuradora responsável pela Coordigualdade, Valdirene Silva de Assis, agradeceu a iniciativa do Nube em fazer parte da ação. “Todos no setor privado devem pensar em como a sua área de atuação pode contribuir com a integração de grupos excluídos. Com essa participação, quando as corporações chegarem até o Nube com uma demanda de diversidade serão bem recepcionadas”, afirmou.

A iniciativa surgiu de um longo diálogo do MPT com entidades responsáveis por defender os direitos do povo negro, organismos internacionais, Sistema de Justiça, sindicatos e demais estabelecimentos. O objetivo é compreender as demandas sobre equidade étnico-racial no mundo laboral e definir estratégias de atuação institucional eficazes nessa missão. 

São três eixos prioritários:

I - promoção da igualdade racial;

II - formação e qualificação profissional;

III - contratação. 

De acordo com o presidente do Nube, Carlos Henrique Mencaci, a instituição sempre teve essa preocupação e a sociedade amadureceu. “O projeto das modificações de nossos sistemas incluiu vagas sociais para negros e pardos e também para transgêneros. O Nube manterá sua posição de 21 anos de empresa inclusiva e também ajudará nossos clientes a fazerem sua parte na busca de uma sociedade mais justa".

Assim, conte com o Nube para a promoção de uma sociedade mais igualitária e diversa.

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