A competitividade do mercado de trabalho é um desafio enfrentado por todos os profissionais e, em momentos de crise, esse cenário tende a se agravar ainda mais. Justamente por isso, fica menos raro se deparar com casos de quem tenta de tudo para conquistar uma colocação, até mesmo mentindo no currículo. Entretanto, isso vale a pena? Descubra!

Escassez de vaga

O Brasil conta com cerca de 12% da população desempregada, entretanto, a estatística é ainda maior entre os jovens, afinal, 25,8% de quem tem entre 18 e 24 anos enfrenta a desocupação. Esses são os dados mais recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE.

Além disso, segundo o Censo Inep/MEC, são quase 17,6 milhões de estudantes aptos a estagiar, entretanto, apenas 1 milhão deles estão no ambiente corporativo com a ajuda da modalidade. Sendo assim, buscar maneiras de se destacar e chamar a atenção de recrutadores e líderes é imprescindível.

De acordo com a headhunter Clara Barbosa, além de ser natural pensar em meios de atrair o foco de selecionadores, essa atitude é vital para conseguir uma posição. “Ninguém quer ficar de fora do mercado, tanto quem está em início de carreira, quanto quem já está em uma fase mais avançada”, comenta.

Onde surgem os problemas

Entretanto, segundo a especialista, é justamente nesse contexto onde surgem os conflitos. “Os casos de quem mente no CV são muito frequentes, infelizmente”, lamenta. “Muitos colocam o domínio de uma língua estrangeira mesmo quando não possuem esse conhecimento. Além disso, inserem até experiências das quais não fizeram parte”, expõe.

De fato, a frequência desse tipo de atitude polêmica é grande. Conforme um estudo realizado pela DNA Outplacement, 75% dos brasileiros já caíram no erro de faltarem com a verdade na busca por uma oportunidade.

Como fugir disso?

Para evitar complicações as quais vão além do momento de admissão, Clara realça a necessidade de ser franco e objetivo quanto às suas capacidades. “Não adianta mentir e chegar na hora de colocar uma skill em prática e não saber como fazer”, orienta. Portanto, a dica dela é sempre buscar qualificações, como cursos e ficar sempre atento às novas demandas de sua área de atuação.
Primeira vivência

Giulia Garcia está atrás de sua estreia no âmbito empresarial e, ciente dos obstáculos ao enfrentar seus concorrentes, ela buscou a ajuda de seus professores para saber quais capacidades aprimorar antes de ser contratada. “Isso me ajudou a me posicionar de maneira mais estratégica”, comenta. Atualmente, ela estuda marketing na PUC do Rio de Janeiro.

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