Na atual conjuntura do mercado de trabalho, manter o engajamento dos colaboradores se faz necessário. Afinal, se alinhados com o propósito da empresa e satisfeitos com o seu papel no desenvolvimento do negócio, os profissionais tendem a ser mais produtivos e trazer maior retorno financeiro para a empresa. Mas, para além desse quesito, a motivação contribui para o crescimento do time, diminui as taxas de desligamentos, aumenta a indicação da organização como um bom lugar para se trabalhar e melhora o clima organizacional.

Com o avançar dos anos se percebeu a importância da área de recursos humanos para incrementar a cultura da corporação e tomar decisões mais estratégicas quanto à gestão de pessoas. “A pesquisa de engajamento surge como agente dessa mudança de mindset. Metrificar o engajamento é o primeiro passo para entender quais pontos precisam ser melhorados na companhia para impulsionar a produtividade e felicidade dos colaboradores”, explica Bruno Soares, CEO e co founder da Feedz, startup de Florianópolis (SC).

Benefícios da prática

De maneira geral, o levantamento busca identificar os processos de sobrecarga dos times, além de problemas de relacionamento. Também propõe e valida novas políticas para a cultura da empresa e identifica e sugere ações para desenvolvimento pessoal. De maneira geral, as vantagens estão atreladas ao aumento da produtividade e à diminuição da rotatividade, pois os colaboradores se sentem ouvidos.

Com isso, cria um ambiente de trabalho mais seguro, eleva o índice de estímulo e coleta dados estratégicos para a tomada de decisão. “Isso agrupa uma base de informações bem completa, a qual, atrelada à tecnologia, pode ser muito útil. Os aspectos positivos e negativos do dia a dia são identificados, e há uma definição de um plano de ações para a melhoria do clima”, comenta Soares.

A MA8 Management Consulting Group realizou um estudo com 1.287 profissionais de todas as regiões do Brasil, entre os dias 1 e 10 de agosto de 2019, com margem de erro de 3 pontos percentuais. O resultado: 67% revelaram já terem sido prejudicados por um colega de trabalho e 44% sofrido “bullying”. Para o CEO, Orlando Merluzzi, esse quadro de insegurança afeta a produtiviade tanto das instituições quanto dos departamentos”.

Logo, é fundamental ouvir seus pares e propor transformações para não adoecer todo um setor! Veja mais sobre o assunto em nossa matéria: “Como deve ser a gestão que faz o negócio prosperar”.

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