Um dos aspectos primordiais para a construção de uma boa carreira é se preocupar com suas atitudes e posicionamentos nos mais diversos contextos. Um deles, inclusive, está relacionado ao modo como os indivíduos agem quando recebem uma informação, por vezes, prejudicial ou passam uma fofoca.

No Brasil

Segundo um estudo realizado pelo LinkedIn com mais de 17 mil usuários de 16 países, esse aspecto ocupa o primeiro lugar no ranking dos problemas mais preocupantes para os brasileiros, destacado por 83% dos entrevistados.

Pode parecer inofensiva, mas traz consequências

De acordo com Dalton Morishita, administrador com especialização em business pela e headhunter na  Trend Recruitment, esse problema pode iniciar pequeno, entretanto, se tornar uma bola de neve. “As fofocas podem começar de um jeito aparentemente inofensivo, como boato, piada ou até como um comentário maldoso. Às vezes, fica difícil identificar como ela teve início, mas, mesmo sem grandes pretensões, não se engane: ela pode ganhar força e criar um impacto negativo no clima organizacional”, alerta.

Para ele, isso pode, inclusive, comprometer a produtividade e as motivações dos colaboradores de quererem permanecer na corporação. “Normalmente, o perfil do autor de comentários maldosos tende a ser alguém mais negativo, quem prefere terceirizar responsabilidades. Há ainda os mais manipuladores: usam esse artifício como prática de politicagem, a fim de conquistar benefícios próprios, típicos de quem faz parte das famosas ‘panelinhas’”, continua.

Pode surgir em qualquer cargo

Segundo Morishita, o problema pode ocorrer nas mais diversas esferas da empresa e em todos os níveis da hierarquia. “Independentemente de onde esse boato se concentre, inevitavelmente, ele cria ambientes tóxicos, favorecendo a insegurança, o medo e a instabilidade emocional”, diz. As vítimas desses comentários podem desenvolver síndromes como o burnout e até mesmo a depressão.

Estagiário: preste atenção!

Felipe Moreira ingressou no mercado recentemente e está atento para não cair em conversas não confiáveis. “Principalmente no estágio, eu tento construir uma relação de confiança com meu chefe e meus colegas para evitar problemas no futuro”, comenta. Atualmente, ele estuda comunicação social na Universidade Estácio, no Rio de Janeiro.

Como resolver? Responsabilidade!

Conforme a visão do especialista, é importante todos assumirem responsabilidades e serem orientados a não propagar informações e comentários ofensivos de origem duvidosa. “O mal precisa ser cortado pela raiz. Se algum rumor surgir, é interessante contra argumentá-lo com a “fofoca do bem”: ao invés de enaltecer um defeito de alguém, fazemos o oposto, propagando uma qualidade sua”, estimula.

Portanto, atente-se a essas dicas e promova cada vez mais a harmonia por onde passar. O Nube torce por você!

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