O consumo por meio de trocas e compartilhamento vem ganhando espaço no cotidiano dos brasileiros. Enquanto alguns já adotam essas práticas, muitos se veem como futuros adeptos. Um levantamento realizado em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela: em um ano, aumentou de 68% para 81% o número de tupiniquins dispostos a adotar mais práticas de consumo colaborativo no seu dia a dia nos próximos dois anos.

No geral, 74% das pessoas ouvidas já utilizaram ao menos uma vez, mesmo sem frequência definida, alguma modalidade da categoria. Para 88%, essas práticas vêm ganhando espaço. Essa mudança de paradigma é impulsionada, principalmente, pelas novas tecnologias. Na opinião de 85%, a Internet e as redes sociais contribuem para o desenvolvimento de confiança entre os envolvidos nesse tipo de prática.

Na avaliação do educador financeiro do SPC Brasil, José Vignoli, a sociedade está, gradativamente, se reinventado em direção a um modelo mais sustentável. “A economia compartilhada une dois propósitos, fazer o orçamento render e contribuir para um mundo melhor, a partir do uso racional de bens e serviços”, explica.

Para Patrícia Paes, gerente de marketing da Tecnisa, quem troca ou empresta objetos, cria uma sociedade mais unida e poupa os recursos do planeta. “Em nossa incorporadora, já disponibilizamos para uso comum dos moradores furadeira, escada e outras ferramentas”, afirma.

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