Como liderar uma equipe? Eis uma pergunta complexa de se responder atualmente. Com tanta mudança no mundo em tecnologia, diversidade, inovação, cada vez mais surgirão desafios. Mas, com certeza, o maior deles é lidar com o lado comportamental das pessoas. Faz-se necessário estar presente integralmente, ouvir e conciliar situações.
 
Competências da liderança, como domínio técnico, agilidade e produtividade, disciplina, pensamento estratégico, visão de negócio, foco em resultados são importantes e não podem ser ignoradas. Contudo, as prioridades mudaram. “Hoje, ao falarmos da gestão no desenvolvimento de indivíduos, pensamos em comandantes capazes de incluir. Devem ser profissionais coerentes, éticos, íntegros e fiéis a seus valores, e depois falamos em resultados”, explica Flora Alves, CLO da SG Aprendizagem Corporativa.
 
Logo, é necessário estar próximo ao time e atento às suas necessidades. Para coordenar, não basta ter poder e autoridade, mas saber escutar e estimular o alto desempenho por meio das melhores práticas. A Psicóloga do Trabalho do Instituto de Psiquiatria (IPQ) do Hospital das Clínicas da FMUSP, Miryam Maziero, comenta sobre os impactos sobre a saúde. “Hoje, a depressão é a doença mais frequente em termos de afastamento. Quando a subjetividade do trabalhador não é considerada, o sofrimento pode se transformar em adoecimento”, explica.
 
Por isso, Flora separou algumas competências importantes aos gerentes e capazes de driblar os obstáculos:
 
Motivação: uma das funções de destaque desse profissional é engajar diariamente o grupo. Um colaborador sem estímulo não tem comprometimento ou interesse com os objetivos traçados, gerencia seu tempo de forma inadequada, entre outros tropeços.
 
Equilíbrio emocional: ter conhecimento da área é um importante fator para o sucesso, mas não suficiente para manter uma vida equilibrada e harmônica. Aliada aos aprendizafos técnicos, existe a inteligência emocional. Assim, ao administrar suas emoções, é possível fazer a organização do seu ambiente de trabalho de maneira efetiva.
 
Criatividade: não é apenas voltada ao lado artístico, mas também a pensar fora da caixa em qualquer situação. É analisar todos os aspectos ao seu redor para encontrar soluções rápidas e inovadoras.
 
Adaptabilidade: é a capacidade de ser flexível em qualquer local, se adaptando às mudanças.
 
Comunicação: não é o diálogo em si, mas a boa oratória, a dicção e o vocabulário bem construído.
 
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