Com o advento da Internet e o avanço tecnológico no mundo, muitas organizações processam e armazenam um grande quantidade de dados confidenciais em seus servidores. Contudo, no mesmo ritmo, a sofisticação de crimes digitais aumentam significativamente. Assim, cada vez mais, a preocupação em proteger esses elementos reforça a necessidade de investir na área de Segurança da Informação.

O Brasil sofreu 15 bilhões de tentativas de ataque cibernético em apenas três meses, de acordo com levantamento da Fortinet. Para a empresa Cisco, o desafio dos empreendimentos em proteger suas redes é prejudicada pela carência de aproximadamente um milhão de profissionais da área. Essa dificuldade torna os formados no curso personagens principais nesse processo e cada vez mais valorizados pelas organizações.

Contudo, de acordo com os dados do último censo Inep/MEC. Apesar dos 2.117 matriculados anualmente, apenas 260 se formam. Além disso, segundo a Pesquisa Nacional de Bolsa-Auxílio 2018, o valor médio para estagiários da graduação ainda é de R$900,00. Segundo Almir Meira Alves, coordenador do curso de Segurança da Informação, na Fatec São Caetano do Sul, já está acontecendo uma mudança nesse cenário, pois os casos de vazamentos e exposição indevida de dados, trouxeram para esses graduandos um salto em seu status profissional. “O mercado está superaquecido para eles. Muitas corporações já buscam um perfil analítico-técnico e com desenvolvimento de competências emocionais”, conta o professor.

Além disso, segundo Alves, é papel do colaborador do setor ter acesso à alta administração das empresas, e estar constantemente alinhado aos objetivos de negócio. Também é sua responsabilidade preparar os executivos para lidar com ameaças cibernéticas. Para isso, disciplinas no ramo da matemática, cálculo, programação, redes de computadores, compliance, entre outros.

Luiz Felipe Ferreira atua no segmento e descreve a sua carreira como desafiadora. “Uma briga de gato e rato, as ameaças são diárias. Os criminosos cada vez mais criativos e ousados. O lado positivo é o crescimento das oportunidades”, explica. Durante sua experiência, notou como os empresários mudaram suas visões e investem cada vez mais no setor. Com isso, é dever de quem escolhe a profissão mostrar como seu papel é fundamental e tem valor na sociedade. “A tecnologia não resolverá tudo, pois a questão de proteção de dados é um problema humano e não técnico”, conta.

Você se identificou com o nicho? A demanda está em alta, pois esse setor precisa se preparar para garantir segurança de pessoas e negócios. Faça parte dessa transformação!

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