São assustadoras as pesquisas sobre o nível de endividamento de trabalhadores no Brasil, incapazes de sair dessa condição há algum tempo, mesmo empregados. A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), com sede no Rio de Janeiro e em Brasília, por exemplo, apontou a porcentagem de famílias com dívidas ter atingido 63,4% em maio, um aumento de 4,4% em relação ao mesmo período do ano passado.

Como se não fosse o bastante, a situação traz outro problema. Estudo realizado pelo The Employer’s Guide to Financial Wellnes, dos Estados Unidos, revelou o fato do endividamento de funcionários diminuir a produtividade em 15%. “Até então, não era comum misturar a vida profissional com a pessoal, mas esse cenário está mudando. Cada vez mais as empresas estão preocupados com o bem-estar dos seus colaboradores e isso inclui desde ações para uma rotina mais saudável, até educação financeira”, explica Fernando Ferraz, sócio da H3R Soluções Financeiras.

Sair do vermelho e se tornar um poupador não é uma tarefa fácil, mas é possível por meio de algumas iniciativas:

- Estar consciente: parece meio óbvia essa dica, mas o primeiro passo é assumir para si mesmo estar no vermelho e buscar auxílio até regularizar a situação. Além disso, é preciso incluir sua família nessa reflexão, porque todos os membros, filhos e marido/esposa, precisam participar dessa realidade.

- Negocie com os credores: tente trocar suas dívidas mais caras por aquelas com juros menores. Empréstimos com desconto em folha, por exemplo, possuem taxas inferiores aos créditos pessoais, por ter a garantia do emprego.

- Diagnóstico e corte de gastos supérfluos: alguns custos, como água e luz, não poderão ser retirados, porque são essenciais. Por outro lado, TV a cabo e assinatura de revista podem ser suspensos ou substituídos por alternativas mais econômicas.

 - Crie uma reserva de emergência: quando se recompor, separe todo mês uma quantia. Dessa maneira, você evita riscos de ter de apelar para o cheque especial ou rotativo do cartão de crédito quando surgir um imprevisto.

Pensando em evitar experiências como essa, algumas escolas já implementam em sua grade disciplinas sobre o assunto. “O foco do projeto é diferenciado, pois ensinamos a habilidade emocional de administrar os bens, além de mostrar a preocupação com a sustentabilidade e controlar o consumismo”, explica Patrícia Heidrich Prado, responsável pelo projeto do Ensino Fundamental II, do Colégio Pio XII.

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