Diversos especialistas vivem falando sobre a importância de estabelecer planos para a trajetória organizacional. Afinal, eles servem como uma base para definirmos nosso foco. Porém, quando as ideias estabelecidas mudam durante o processo, como devemos lidar? Descubra na matéria!

O mercado de trabalho é dinâmico e disso todo o mundo já sabe. Várias profissões se adaptam, se criam ou extinguem com o passar dos anos. Entre 1992 e 2014, por exemplo, houve um aumento de 580% na demanda por assistentes de ensino e uma queda de 57% de datilógrafos. Esses são dados da Deloitte, feitos com base na Pesquisa sobre a Força de Trabalho do Reino Unido.

Desse modo, definir um caminho não garante sua importância no futuro próximo e, justamente por isso, é vital, principalmente para os vestibulandos, pensar sobre as mudanças. A coach Alessandra Vieira, de Ribeirão Preto, defende essa ideia. Para ela, é fundamental desenvolver meios de ser volátil e apto à transformação. “O profissional incapaz de ser flexível e aberto às novas possibilidades tende a se congelar em sua zona de conforto. Com isso, também perde chances de ter uma carreira próspera”, alerta.

Vinicius Gusmão é biólogo e co-fundador da MedRoom. Em seu empreendimento, atua majoritariamente com tecnologia e não com a sua formação primária. Ele conta como isso se deu. “Quando saí da escola, queria construir alguma coisa. Tentei engenharia civil, análise de sistemas e acabei na biologia. Pensei ser possível me direcionar para a bioengenharia, mas a realidade da faculdade é diferente e acabei sentindo falta de algo mais prático ou aplicado”, comenta.

Depois disso, Gusmão considerou o universo do empreendedorismo e das startups como uma alternativa para realizar seus desejos. “Foi o jeito encontrado para construir algo”, diz. Segundo ele, foi difícil se adaptar às novas possibilidades. “Minha área de graduação tem um mercado limitado em um nicho. As necessidades reais do dia a dia não são transmitidas por conhecimentos técnicos e ferramentas. Ainda assim a educação formal é um requisito muito importante, porque traz uma vivência e um senso de responsabilidade maiores”, continua.

Justamente por isso, o empreendedor recomenda o estágio para compreender a prática das profissões. “Eu mesmo já fui estagiário em uma grande empresa. Isso ajuda muito a entender as dinâmicas corporativas, conhecer rotinas e se familiarizar com a área almejada”, conclui. Por isso, esteja sempre aberto às variantes durante sua vida! Boa sorte.

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